A nossa diretora fala sobre práticas inovadoras e plataformas adaptativas

A nossa diretora, Andrezza Amorelli, falou sobre práticas inovadoras e plataformas adaptativas na revista digital InovaEduc, da Folha Dirigida. Leia a matéria na íntegra:

Somos uma escola em movimento, aprendente, conectada e atual.
Nos constituímos de relações afetivas e valorizamos a experiência.
Buscamos uma aprendizagem autoral, legítima e significativa que desperte o prazer de viver esse processo, apoiando e celebrando cada conquista.
Uma escola para todos e uma escola para cada um.
Manifesto Colégio Elvira Brandão

Desenhar essa escola começa no sonho de criar uma possibilidade de educação focada no processo aprendente. Ter coragem de olhar para si e perceber que o aprender de fato acontece em todos os momentos e de maneira individual.

Explico melhor: aprendemos com o meio, com as experiências e com o outro, mas o processo de aprendizagem é um desafio pessoal, é saber o que passa com cada um no momento em que está exposto a um novo desafio ou que se faz necessário revisitar um desafio antigo.

Por isso, somos uma escola em movimento na qual o trabalho com Projetos, Metodologias Ativas, Cultura Maker e Plataformas Adaptativas faz parte do Currículo, do nosso Planejamento e das nossas práticas diárias. Isso requer um estudo constante por parte de todos os envolvidos no processo e um reescritura de fazeres que gerem significado e dados para replanejar as práticas.

Nessa conversa, gostaria de trazer para pensarmos como ponto fundamental dessa proposta o trabalho com Plataformas Adaptativas. Esse é um processo de construção que começa na formação dos educadores para encararem a sala de aula e a lição de casa — que, na nossa escola, é o roteiro de casa — de outra maneira.

Não significa manter as práticas e “ainda utilizar” a Plataforma. Significa, sim, deixar de fazer o que se faz e passar a fazer de outra maneira.

Planejar a personalização exige envolvimento da gestão

Utilizar a personalização é respeitar o processo de cada estudante e utilizar os dados gerados para entender o lugar em que cada um está, com possibilidades de traçar um caminho de experiências de forma personalizada para que ele saia desse lugar, considerando os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais que ele precisa desenvolver.

O educador ressignifica seus fazeres e passa a orientar seu planejamento não mais com base em suposições mas, sim, em informações geradas pela plataforma, o que amplia seu olhar sobre o indivíduo e seu desenvolvimento em relação à turma.

O estudante passa a se sentir possível e caminha gerando potência para avançar e conseguir superar os limites que tinha antes. As plataformas são gamificadas e essa lógica atende à forma de pensar dessa geração, pois tem significado.

Começar esse processo requer muito envolvimento da equipe gestora para conhecer a plataforma e escolher uma ou duas turmas para fazerem um projeto-piloto para aplicação, acompanhamento, avaliação e planejamento. Depois disso, replica-se para as turmas que fazem sentido.

Hoje em dia, existe muita oferta no mercado e é importante fazer boas escolhas com poucos parceiros que de fato tenham a mesma identidade da escola. Vamos lá? Acredite, ouse, reinvente e busque uma possibilidade de uma escola para todos e uma escola para cada um.

Fonte: Inoveduc

 

Elvira Infantil, Elvira Plus, Ensino Médio, Fundamental I, Fundamental II

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