Área Restrita 2015

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Tudo o que acontece no Elvira

O Elvira valoriza a aquisição do conhecimento através de uma diversidade de situações, desafios e interações.

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Educadoras visitam escolas na Argentina
Educadoras visitam escolas na Argentina #1
Educadoras visitam escolas na Argentina #2
Educadoras visitam escolas na Argentina #3
Educadoras visitam escolas na Argentina #4

Educadoras visitam escolas na Argentina

A nossa diretora geral, Andrezza Amorelli, e a nossa articuladora pedagógica, Luciana Gama, visitaram a cidade de Campana, na Argentina, para conhecer o Colégio Dante Alighieri Campana, que é uma referência em escola integral e bilíngue. Os alunos do ensino médio recepcionaram as nossas educadoras com muito carinho e explicaram como são aplicados os cinco pilares do colégio: excelência acadêmica, valores, atmosfera digital, idiomas e esportes, que são pontos em comum entre nossas escolas.

A nossa dupla de educadoras também esteve na Hölters Schule Natur, uma escola ítalo-alemã na área rural do distrito. É uma instituição que trabalha por projetos e oferece escolaridade integral para todos os níveis com oficinas e esportes, além de intensa carga horária de inglês e alemão.

“Foi um grande ganho conhecer uma educação em outro país que tem uma proposta bilíngue e integral e um ‘sair da escola’ fascinantes. Os estudantes fazem muita saída pedagógica e ação social fora da escola, se envolvem com eventos grandes organizados pelos próprios alunos. Nós trouxemos esse conceito de maior autonomia, de maior poder de criação dos alunos e de propostas de atividades”, afirmou a diretora Andrezza.

A articuladora Luciana ficou encantada com o projeto pedagógico. “Impressionante a forma como a escola sai da escola para intervir e transformar também o seu entorno e a sua comunidade. Fantástica a experiência”, disse.

 

Educação Infantil
Cultura também se aprende brincando!
Cultura também se aprende brincando! #1
Cultura também se aprende brincando! #2

Cultura também se aprende brincando!

As nossas crianças ouviram boas histórias e mergulharam no universo literário na Biblioteca Municipal Prefeito Prestes Maia. E não faltou música para acompanhar as aventuras dos personagens de cada história.

 

Educação Infantil
Leitura ao ar livre
Leitura ao ar livre #1
Leitura ao ar livre #2

Leitura ao ar livre

O dia estava lindo em mais uma saída das nossas férias mais do que divertidas. Os nossos estudantes foram ao Parque do Ibirapuera e se encantaram com a diversidade de árvores, o tamanho da ceboleira e a extensão de suas raízes. Uau!

Fizemos uma parceria com a ONG Parque Ibirapuera Conservação nas atividades ao ar livre de roda de leitura e varal de livro. E ainda deu tempo de visitar o Viveiro Manequinho Lopes, que fornece mudas de plantas destinadas aos plantios realizados nas áreas públicas e promove a arborização de vários pontos da cidade.

 

Educação Infantil
A gente gosta de brincar de circo
A gente gosta de brincar de circo #1
A gente gosta de brincar de circo #2
A gente gosta de brincar de circo #3
A gente gosta de brincar de circo #4
A gente gosta de brincar de circo #5

A gente gosta de brincar de circo

Hoje tem marmelada? Tem sim, senhor!
Hoje tem palhaçada? Tem sim, senhor!

Vocês conhecem nossos pequenos circenses? As crianças participaram das aulas da Escola Arena das Artes, onde tiveram contato com o mundo do circo. Teve cambalhota, brincadeiras, palhaçadas e desafios! Algumas atividades exigiram coragem, mas foram realizadas com dedicação pelos nossos estudantes. Ficamos orgulhosos!

 

Fundamental I
Um oásis aqui ao lado
Um oásis aqui ao lado #1
Um oásis aqui ao lado #2
Um oásis aqui ao lado #3
Um oásis aqui ao lado #4
Um oásis aqui ao lado #5

Um oásis aqui ao lado

Os nossos pequenos visitaram o Parque Severo Gomes, na Granja Julieta, um verdadeiro oásis, pertinho do colégio. Além das brincadeiras, resgatamos o contato com a natureza e ressaltamos a importância de preservar o meio ambiente.

A trilha ecológica pelo bosque do parque rendeu bons momentos. Um deles foi a ilustre visita de animais como o porquinho-da-Índia, a jiboia, o papagaio, o sagui, o beija-flor e as borboletas, e outros habitantes locais.

O passeio terminou com um delicioso piquenique, que tem tudo a ver com parque.

 

Educação Infantil
As férias acabaram. E foram ótimas!
As férias acabaram. E foram ótimas! #1
As férias acabaram. E foram ótimas! #2
As férias acabaram. E foram ótimas! #3

As férias acabaram. E foram ótimas!

As Férias Divertidas da Toka foram um sucesso! As nossas crianças tiveram muitos momentos de diversão! Superaram limites. Entraram em contato com a natureza. Participaram de brincadeiras de rua. E muito mais! Também foi uma oportunidade para fazer novos amigos.

A programação começou no dia 30 de junho e foi encerrada em 28 de julho. Os passeios que realizamos durante as férias foram a novidade deste ano para os nossos estudantes.  Visitamos o Parque Severo Gomes, Parque Ibirapuera, Arena das Artes e a Biblioteca Municipal Prefeito Prestes Maia, em Santo Amaro.

A nossa equipe de educação teve um papel fundamental nesses dias maravilhosos que passaram com os nossos alunos. Parabéns a todos! Até o ano que vem!  

 

Educação Infantil
As férias mais divertidas acontecem aqui!
As férias mais divertidas acontecem aqui! #1
As férias mais divertidas acontecem aqui! #2

As férias mais divertidas acontecem aqui!

Brincar de pega-pega e esconde-esconde durante as “Férias da Toka” será incrível para os nossos alunos, no mês de julho. Brincadeiras de rua como essas, e muitas outras, são tema do Elvira no período mais divertido do ano. Não é mesmo?

O resgate dos jogos de rua trabalha a integração dos estudantes, que atuam coletivamente na elaboração das brincadeiras e de gincanas. É também uma oportunidade de fazer novos amigos!

Toda sexta-feira, até o final das férias, acontecerá uma Festa Julina ao final do dia. Os alunos vão criar os brinquedos em oficinas para serem usados no evento.

A programação de férias ainda contará com quatro saídas (toda quarta-feira): Parque Severo Gomes, Parque Ibirapuera, Arena das Artes e Biblioteca Municipal de Santo Amaro.

 

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A nossa Festa Junina é a maior do mundo!
A nossa Festa Junina é a maior do mundo! #1
A nossa Festa Junina é a maior do mundo! #2
A nossa Festa Junina é a maior do mundo! #3
A nossa Festa Junina é a maior do mundo! #4
A nossa Festa Junina é a maior do mundo! #5

A nossa Festa Junina é a maior do mundo!

O Elvira teve uma linda Festa Junina! Ficamos orgulhosos em homenagear a tradicional festa de São João de Campina Grande, na Paraíba, que é a maior do mundo. O evento aconteceu em 3 de junho.

O público ficou encantado com a quadrilha do Elvira! Foi um momento de muita diversão entre pais e alunos. Caprichamos na decoração para oferecer um ambiente confortável. Ficou uma beleza! 

As atrações musicais ficaram por conta da apresentação do trio de forró e da nossa Colmeia. Um baita som!

Além das barraquinhas de comida, tivemos os food trucks com opções gourmets.

Obrigado a todos que participaram! 

Ensino Médio
Alunos participam do Fórum Faap de Discussão Estudantil 2017
Alunos participam do Fórum Faap de Discussão Estudantil 2017 #1
Alunos participam do Fórum Faap de Discussão Estudantil 2017 #2

Alunos participam do Fórum Faap de Discussão Estudantil 2017

Debater a democracia em pleno feriado é para poucos! Mas os nossos alunos cumpriram essa tarefa com muito talento durante a participação na 13ª edição do Fórum Faap de Discussão Estudantil 2017, no dia 15, feriado de Corpus Christi.

O Elvira foi bem apresentado pelos estudantes Pedro Eddy, Eduardo Pereira, José Rafael, Laura Tominaga, Leo Rybka e Leonardo Friedalnder do Ensino Médio, que tiveram a orientação de cinco educadores e do ex-aluno Thomaz Pougy.

“Essa experiência não ficará restrita a esse evento. Esses alunos estão aprendendo a falar e a argumentar de forma permanente. Isso quer dizer que, daqui para frente, vocês não vão ser enganados, nem manipulados. Se vocês aprendem a falar e a se expressar, vocês aprendem a ser livres e autônomos de verdade”, afirmou o Amauri Dantas de Oliveira, que auxiliou os estudantes durante todo o processo.

Os preparativos para a simulação de como são discutidos os assuntos de agenda internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), atrelados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, começaram em fevereiro, a partir de uma aula inaugural com a temática: “Qual a importância da diplomacia das relações internacionais?”. A partir dessa questão, foram elaboradas estratégias pedagógicas como o uso do jogo War, adaptado para os assuntos tratados, rodas de debates, palestras, entre outros.

Após essa experiência, os seis estudantes passaram a integrar a banca do EB World, uma simulação interna de discussão estudantil, que ocorrerá no final de agosto. Para incentivar outras turmas, eles fizeram uma palestra aos alunos do Fundamental I e II e do Ensino Médio, no final de junho, sobre a participação no fórum. 

“Foi surreal. É algo que você nunca imaginou que pudesse vivenciar ou  que fosse capaz de fazer”, contou o aluno do 1º ano Eduardo Pereira.

Para a aluna Laura Tominaga, do 3º ano, o evento teve caráter colaborativo. “As pessoas são receptivas. Tivemos uma união muito grande”, afirmou a estudante. 

Todos
Aqui no Elvira, nós te levamos até os livros!
Aqui no Elvira, nós te levamos até os livros! #1
Aqui no Elvira, nós te levamos até os livros! #2
Aqui no Elvira, nós te levamos até os livros! #3

Aqui no Elvira, nós te levamos até os livros!

O mês de junho foi de muita leitura! As visitas à Casa de Livros encantaram os nossos alunos do Infantil e do Fundamental I.

Fomos recebidos com muito carinho pelos contadores de histórias do espaço, e a nossa Colmeia foi quem deu o tom musical.

Acreditamos que essa vivência fora do Elvira melhora o processo de aprendizagem dos nossos alunos, aprofunda os conteúdos estudados e possibilita novas experiências. 

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Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula
Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula #1
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Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula #7
Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula #8
Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula #9
Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula #10

Saídas pedagógicas aprofundam os conceitos estudados em sala de aula

Durante o mês de junho tivemos a finalização dos trabalhos das turmas do Elvira. Proporcionamos aos nossos alunos diversas saídas pedagógicas para que os temas estudados no semestre fossem aprofundados.

Veja cada uma delas:

Jardim Botânico

O Maternal visitou as estufas do Cerrado e da Mata Atlântica do Jardim Botânico, como parte do trabalho pedagógico do Projeto “Biomas Brasileiros”. Os alunos também fizeram uma caminhada por uma trilha.

A saída permitiu que os estudantes do Jardim II D descobrissem as diferentes características das espécies vegetais do Jardim Botânico. O tema foi estudado no Projeto “Árvores”.

Museu Catavento Cultural

Os alunos do Jardim I D foram até o Museu Catavento Cultural para aprender mais sobre o funcionamento dos diferentes órgãos internos e externos do corpo humano. O assunto foi investigado no Projeto “O Corpo Humano”. As turmas do 5º ano do Fundamental I também participaram dessa experiência. Com a saída, os alunos aprofundaram os assuntos explorados em sala de aula. 

Zoológico de São Paulo

As turmas do Jardim I A e B foram até o Zoológico de São Paulo para vivenciar na prática os trabalhos desenvolvidos nos projetos “Dinossauros” e “Desvendando o Brasil”.

A turma do Jardim I A conheceu os animais que viveram na Pré-História, suas características e as teorias científicas que explicam sua extinção. Já os  alunos do Jardim I B aprenderam alguns dos conceitos da cultura popular brasileira e viram as obras do artista Gustavo Rosa.

Como vivem as abelhas?

O Jardim II A conheceu a Cidade das Abelhas, em Embu das Artes, para descobrir mais sobre o universo dos insetos, principalmente das abelhas. Eles ficaram curiosos com tudo o que viram no Museu Apícola, na Colmeia Gigante, no Parque Ecológico, entre outros. A saída tinha como proposta desenvolver o trabalho pedagógico do Projeto “Animais e Insetos”.

Mundo animal encanta as crianças

“Que bicho é esse?”. Essa era a pergunta que os alunos das turmas do 2º ano do Fundamental I faziam a todo momento durante a saída ao Zooparque, em Itatiba. Os estudantes ficaram encantados com a diversidade de bichos que conheceram.

Museu da Imigração

A visita ao Museu da Imigração com os alunos do 4º ano do Fundamental I proporcionou novos conhecimentos sobre o processo imigratório no Brasil e a sua influência em nossa história.

Nascente do Rio Tietê

O Projeto “Acabou a água. E agora?” foi o tema estudado pelos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I durante dois meses. Nesse tempo, eles pensaram em soluções para evitar o desperdício de água e para usá-la de forma consciente. A turma esteve na nascente do Rio Tietê, em Salesópolis, para acompanhar o ciclo de tratamento de água e rever os conceitos estudados. 

Indo às compras!

Com apenas R$ 10, os estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental I foram fazer compras no supermercado Carrefour, perto do colégio. Eles pesquisaram os preços antes de escolher os produtos e buscaram boas ofertas nas prateleiras. A turma ainda aprendeu a administrar o dinheiro que cada um levou.

Os alunos compraram muitas frutas gostosas, que foram usadas para preparar uma saudável salada de frutas na área de culinária do Elvira. 

Y tu? Hablas español?

Los estudiantes de español conocieron el Memorial de la América Latina, un espacio cultural ubicado, en Barra Funda. El centro fue creado por Darcy Ribeiro y Oscar Niemeyer. Consiste en un lugar de exposición de las culturas latinoamericanas. Allí, los estudiantes experimentaron un auténtico intercambio pues entraron en contacto con diferentes países. ¡Toda la explicación fue en español! ¡Que viva la América!

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Projetos trabalham solidariedade e inovação
Projetos trabalham solidariedade e inovação #1
Projetos trabalham solidariedade e inovação #2
Projetos trabalham solidariedade e inovação #3

Projetos trabalham solidariedade e inovação

Os alunos do Fundamental I e II produziram importantes projetos durante o mês de junho. Eles trabalharam em equipe nas atividades propostas e praticaram a solidariedade. O lado criativo não ficou de fora na elaboração de ideias e na construção de experimentos. Tivemos até uma revelação no campo das artes com a premiação do nosso aluno como melhor ator.

Confiram alguns dos projetos que os nossos alunos fizeram:

Projeto “Bem-estar”

Os estudantes do Fundamental II, por meio do Projeto
“Bem-estar”, criaram intervenções na rotina da escola para proporcionar mais conforto à nossa comunidade. Corpo e mente foram o foco das atividades.  

O grupo do 7º ano fez uma deliciosa salada de frutas para o lanche dos nossos colaboradores da limpeza. A ação fez com que a turma aprendesse sobre a importância da alimentação saudável.

Todos ficaram emocionados com o gesto. É sempre bom lembrar: gentileza gera gentileza. Pratique!

Os alunos do 8º B ofereceram uma aula voluntária de yoga para os funcionários do Elvira. A mãe de um dos estudantes participou como professora. Foi um momento relaxante para todos.

“Sempre temos algo novo para aprender quando fazemos os projetos”, afirmou o aluno do 8º ano, Eduardo Tadeu Filho, um dos organizadores da aula de yoga.

Projeto “Energia”

Os alunos do Ensino Médio aprenderam sobre os diferentes tipos de energia: elétrica, mecânica, potencial, entre outras. A atividade tinha como objetivo abordar seus aspectos sociais, físicos e econômicos por meio de experimentos. As turmas produziram medidores de luminosidade e lamparinas para compreender como a energia funciona. Também foram construídas réplicas de usinas hidrelétricas e térmicas.

O consumo de energia elétrica também foi um dos temas abordados no projeto. Os alunos escolheram um dos espaços do Elvira e de estabelecimentos no entorno da escola para os quais elaborar soluções que diminuíssem a conta de luz em até 60%. 

“O projeto foi muito importante. Os nossos alunos saíram da teoria e foram vivenciar no dia a dia como aquilo que estudaram funcionava”, contou o educador Adrian Rodolfo Cavalheiro Fuentes.

E o troféu vai para...

O aluno do 9º ano,  Alexandre Lemos Bouer, foi indicado como melhor ator no Festival de Curtas, por sua atuação no curta “O Gato Preto”. Mais uma vez ficamos no Top 5 da Árvore de Livros. É o resultado do nosso trabalho em equipe! Parabéns, Alexandre e a todos os envolvidos!

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Apresentação ICLOC
Apresentação ICLOC #1
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Apresentação ICLOC #3
Apresentação ICLOC #4

Apresentação ICLOC

Nesse último sábado, dia 27 de maio, os profissionais do Elvira participaram do IX Congresso ICLOC - um dos eventos pedagógicos mais importante na área da educação que reúne educadores de todo o Brasil para compartilhar práticas inovadoras em sala de aula. O Elvira Brandão é uma das escolas organizadoras do evento e participou apresentando 5 práticas e realizando a mediação em mais 6 sessões coletivas. Confira os trabalhos que levamos ao Congresso:
 
• Método Científico e Modelização Matemática
Educadores: Dayane Faria e Adrian Fuentes
Este trabalho visa a transformar a relação dos estudantes do Ensino Médio com as ciências exatas, fazendo com que atividades densas e cansativas se tornem mais interessantes e buscando a relação entre a física experimental e a modelagem matemática. Nosso objetivo foi proporcionar uma atividade em que o estudante fosse protagonista da construção do seu próprio conhecimento e que focasse no desenvolvimento das habilidades e competências hoje tão discutidas no ramo da educação. Como resultados, obtivemos a demonstração da fórmula do comprimento de uma circunferência e a validação do método científico como ferramenta de construção de argumentos.
 
• Trabalhando com projetos: narrativas sobre o itinerário de implantação para o desenvolvimento desta metodologia no Elvira Brandão
Educadoras: Claudia Pantojo, Juliana Cipriani e Simone HarmsNo início de 2016, um grupo de educadores iniciou os estudos em metodologia de projetos, com base na equipe especializada da PUC, visando a aprofundar os conhecimentos sobre a temática. Através de encontros semanais, a reflexão repensar sobre a prática pedagógica cotidiana fortaleceu as formações do corpo docente.
As reuniões deixaram de ser fragmentadas e passaram a ser laboratórios experimentais para elaborar as formações pedagógicas semanais em estações, com a participação ativa dos professores na construção dos planos de ação dos projetos. A partir dessas células, houve a concepção e a materialização do "diário de bordo" para os estudantes, com a função de armazenar detalhadamente os registros de todas as etapas do desenvolvimento do projeto. Em 2017, a célula de metodologia de projetos tem realizado encontros semanais para a formação e o aprofundamento nas discussões dos projetos em andamento na instituição.
 
• Contribuições de egressos na organização, auxílio e planejamento para o Fórum Faap 2017 do colégio Elvira Brandão.
Educador: André Aly e ex-aluno Thomas Pougy
Este trabalho tem o intuito de compartilhar as experiências relacionadas ao processo de organização e planejamento, criados em conjunto pela escola e pelo egresso, do plano estratégico para a participação dos estudantes do ensino médio do colégio Elvira Brandão no Fórum Faap 2017. Seu objetivo relaciona-se, ainda, à consciência da importância da abertura escolar para a participação de egressos em eventos e projetos do colégio, de forma geral. 
O plano desenvolvido foi aprovado e sintetizado em quatro etapas básicas, sendo elas: 1- prévia sensibilização dos estudantes e aula inaugural, 2 - desenvolvimento dos textos a partir da temática do Fórum FAAP, 3 - estudos aprofundados a partir dos países recebidos e comitês escolhidos, 4 - oratória, retórica e expressão corporal.
Como resultados parciais, temos percebido que essa forma de organização tem proporcionado diretrizes mais objetivas aos educadores envolvidos e, consequentemente, tem trazido mais legitimidade e segurança para os próprios estudantes.

• Células de formação- Multiplicando Aprendizagens
Educadores: Adriana Cruz, Adrian Fuentes e Claudia Pantojo
A criação de núcleos (células) de estudos e aprofundamento sobre as práticas pedagógicas, no Elvira Brandão, principalmente sobre o uso das metodologias ativas, cultura maker, avaliação e projetos está sendo imprescindível para que a escola alcance processos e resultados mais coerentes com sua proposta pedagógica de inovação. O projeto iniciou-se em 2015, de forma autônoma e colaborativa dos envolvidos, sem remuneração e de acordo com a disponibilidade de datas e horários dos componentes da célula. Como resultados parciais percebemos a evolução e a consolidação do movimento ininterrupto de organização, estruturação e aprimoramento dos suportes para a implantação das práticas em inovação do Elvira Brandão, desde 2015, através do fortalecimento da nova cultura escolar incentivadora e apta à formação continuada legitimando nossas ações e planos de aprendizagem.

 
• Pericia - Investigação criminal 
Educadora: Vânia Valente e ex-aluno Thomaz Pougy
Este projeto foi proposto aos alunos com o objetivo de integrar as áreas das Ciências da Natureza e Linguagens e Códigos, estabelecendo uma ligação com as séries de TV relacionadas à investigação de crimes e promovendo também o trabalho em equipe.
Os estudantes do 3º ano desenvolveram um roteiro de um assassinato e montaram uma cena de crime para que os seus colegas do 9º ano, utilizando seus conhecimentos e adquirindo novos, elucidassem. Foram plantados vestígios e pistas, que através de experimentos laboratoriais e uso de um sistema policial “fake” programado pelos próprios alunos, ajudaram na investigação.
O resultado superou as expectativas e despertou um grande interesse dos alunos do 9º ano para estudarem os conteúdos que viram aplicados.
 


 
 
 

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Formação de educadores - Vivência Fi
Formação de educadores - Vivência Fi #1
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Formação de educadores - Vivência Fi #3
Formação de educadores - Vivência Fi #4

Formação de educadores - Vivência Fi

Nos mês de Maio, o Elvira sediou o evento Vivência Fi em parceria com o UNOi Educação.

Reunidos, professores do Ensino Médio de várias escolas de São Paulo, discutiram novas propostas de currículo, conteúdo e recursos digitais integrados para o segmento.

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Feirinha Orgânica
Feirinha Orgânica #1
Feirinha Orgânica #2
Feirinha Orgânica #3
Feirinha Orgânica #4

Feirinha Orgânica

Em maio, recebemos a vista do Sr. Marcelino, produtor agrícola de cultivo orgânico, que montou sua feirinha aqui no Elvira e ofereceu aos nossos estudantes toda a sua simpatia e conhecimento sobre alimentação saudável e cultura orgânica.

As crianças tiveram a oportunidade de tocar os alimentos, sentir as texturas, os cheiros e observar as diferenças entre as cores de cada vegetal. Através desse contato mais direto, queremos fazer com as crianças tenham familiaridade com os alimentos e passem a se alimentar de forma mais saudável.
 
Ao longo de todo o dia, os familiares e professores também visitaram a barraca, conhecendo os produtos e provando frutas e hortaliças. Teve até família que levou umas verduras para casa.
 
Nossa proposta, agora, é oferecer uma vez por mês a Feirinha Orgânica aqui na escola: ela vai acontecer toda terça-feira, até o fim do semestre, das 7h às 15h.

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São João de Campina Grande no Elvira!
São João de Campina Grande no Elvira! #1

São João de Campina Grande no Elvira!

Campina Grande é o maior São João do Mundo!
 
A Festa Junina do Elvira deste ano, que acontecerá em 03 de junho, será uma homenagem às tradicionais festas juninas do Nordeste, em especial ao São João de Campina Grande, na Paraíba.
 
Para nos preparar para a festa e honrar esta importante tradição, recebemos no Elvira a visita de Fabiola Nobrega, coordenadora do Colégio Santa Ana, em Campina Grande. Ela conversou com todas as turmas do Ensino Fundamental I ao Ensino Médio e com as professoras da Educação Infantil sobre as tradições típicas de Campina Grande e detalhes sobre a festa.
 
Fabiola também foi entrevistada por alunas do 6º ano, que queriam saber mais sobre sua cidade e suas tradições juninas, contribuindo muito com os preparativos para o grande São João do Elvira.
 
Confira o vídeo publicado em nossa página do Facebook, com a entrevista conduzida pelas alunas do 6º ano: Gabriela Ferreira, Gabriela Harms, Isabella Ortiz e Melissa Corrêa.

Fundamental II
ONG ALQUIMIA
ONG ALQUIMIA #1
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ONG ALQUIMIA #6

ONG ALQUIMIA

"Uma das premissas da área de projetos sociais do Elvira é a de não ter um caráter assistencialista, mas, sim, construir, a partir da problematização dos assuntos colocados em pauta nos projetos pedagógicos, soluções que tenham um impacto efetivo na vida das pessoas", afirma a Gestora de Projetos Sociais do Elvira, Katia Campanile.
 
Além de entenderem a importância de uma ação construtiva, outro ponto essencial do contato dos alunos com Projetos Sociais é a sensibilização. Em função disso, desde o início do relacionamento com a ONG Alquimia, os estudantes do 6º ano se envolveram para entender o porquê dessa parceria e puderam vivenciar, na prática, os conceitos e valores construídos ao longo de um mês, durante as aulas de projeto.
 
Os alunos se organizaram em grupos e cada um tratou de solucionar uma tarefa específica, como falar com o pessoal da perua explicando o porquê da ação e verificando se algum deles poderia levá-los até lá. Outros grupos solicitaram dos colegas do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio sugestões de ideias de como outras crianças e jovens poderiam contribuir na continuidade desse projeto com a ONG.
 
Dessa visita, as estudantes Maria Clara Toaldo e Gabriela Niyamura sentem que o que mais as marcou foi o ato de se colocar no lugar do outro. "Nós estudamos bastante sobre empatia, nos preparamos para levar cadeiras que não usávamos mais aqui e que eles colocariam nas salas de aula deles. Nos sentimos muito bem em poder ajudar e foi muito mais legal do que eu esperava, porque nós brincamos no parquinho de lá e ainda aprendemos novos jogos".
 
O projeto também contou com o engajamento das famílias. Foi solicitada a participação das mães e pais no envio de um prato saudável para o lanche coletivo, bem com o auxílio no transporte do mobiliário que foi doado. Thaís do Nascimento, mãe de uma das alunas, ajudou no transporte e lanches e relata que ficou muito feliz em saber que o colégio se propõe a participar de ações sociais. "Foi um prazer ajudar no transporte e passar um tempinho com as crianças, ver a interação deles com os alunos do Elvira e vice-versa. São crianças lindas, com histórias diferentes que merecem nossa compreensão e respeito. Foi muito bom ver o quanto os alunos se interessaram e se envolveram na causa também."

 

Fundamental I
Maratona do livro
Maratona do livro #1

Maratona do livro

O 5º ano do Elvira participou da Maratona do Livro Infantil organizada pelo site Árvore de Livros, pela Editora Melhoramentos e pelo escritor Ziraldo! A Maratona propôs uma leitura obrigatória, do clássico "Uma Professora Muito Maluquinha" e, a partir das discussões sobre a obra, os alunos fizeram uma sinopse e um cartaz que concorreu no concurso cultural no Facebook da Árvore de Livros.
 
Nossos alunos fizeram um cartaz bem colorido, com diversas referências, materiais e texturas, até um mundo em 3D. A obra ficou entre as 10 primeiras colocadas, selecionada dentre mais de 250 escolas brasileiras participantes!
 
Foram 3.426 votos para o cartaz do Elvira na página do Facebook e ficamos em 4° lugar. Apenas as 3 escolas mais votadas receberam a visita do Ziraldo, mas o nosso maior prêmio foi o envolvimento dos nossos alunos - foi o empenho deles na leitura dos livros e a confecção do cartaz que fizeram toda a diferença. 

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Formação de impressora 3D para educadores
Formação de impressora 3D para educadores #1
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Formação de impressora 3D para educadores #4

Formação de impressora 3D para educadores

Aqui no Elvira, os educadores estão pesquisando temáticas inovadoras de educação nas Células de Formação!
No início de abril, a célula de estudos Maker preparou uma formação para seus colegas professores sobre modelagem 3D. Neste encontro, os educadores tiveram contato com a ferramenta online tinkercad, que permite criar formas 3D geométricas, salvá-las e compartilhá-las online, e também exportá-las quando estiverem prontas para serem impressas em 3D. Com uma instrução guiada pelos integrantes da célula, os professores criaram um dado de 6 faces e puderam ver o projeto tomar forma!
 
Ainda neste encontro, foi proposto aos professores que planejassem uma aula, dentro da sua disciplina ou em conjunto com mais disciplinas, utilizando a impressora 3D como uma ferramenta de auxílio pedagógico. O empenho do grupo foi grande e as ideias, muito criativas!
 
O objetivo da célula de estudos maker é auxiliar os educadores em projetos e metodologias que incentivem os alunos a serem protagonistas no processo de aprendizagem, com atividades "mão na massa" que tornem a aprendizagem mais significativa."

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Intercâmbio de postais - 4º ano
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Intercâmbio de postais - 4º ano #6

Intercâmbio de postais - 4º ano

Nesse bimestre, as turmas do 4º ano trocaram postais com crianças de Teresina e do Recife!
A atividade começou com o projeto "Faça as malas e vamos viajar", no qual exploraram reportagens sobre turismo, incentivando os estudantes a estudarem a função de um cartão postal, conhecerem um pouco mais a respeito dessas cidades nordestinas e terem a chance de mostrar, aos novos colegas, as belezas de São Paulo com os pontos turísticos mais famosos da nossa metrópole.

Foi uma experiência entusiasmante para os alunos, afinal eles puderam colocar em prática as pesquisas e os estudos que fizeram em sala de aula de um gênero textual. Além de escreverem com o propósito real de alguém ler, ou seja, fazer valer a função da escrita, de modo com que ficassem atentos no momento de redigir os textos.

Além da elaboração do texto para o postal,  a atividade foi enriquecida com uma pesquisa que as crianças fizeram sobre os destinatários de suas correspondências, no caso, turmas de 4º ano do Colégio Avance (Recife) e Colégio Pro Campus Criança (Teresina) e também com uma vídeo conferência entre as crianças do Elvira e desses outros Colégios, onde tiveram a oportunidade de conversar e falar mais sobre suas cidades. 
 

Fundamental I
Linguagens artísticas na Educação Infantil
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Linguagens artísticas na Educação Infantil #5

Linguagens artísticas na Educação Infantil

Música, arte e movimento são linguagens que os estudantes devem vivenciar e experimentar diariamente! Por isso, aqui no Elvira Brandão, nós pensamos estes trabalhos de forma integrada e não como um momento específico das rotinas dos alunos. 

 
Para que isso aconteça na prática cotidiana, a equipe da Colmeia tem trabalhado intensivamente com as professoras da Educação Infantil! Normalmente, em cada atividade ou projeto feito em sala de aula, um determinado tema funciona como eixo para o aprendizado, como a natureza, a sociedade, a linguagem oral ou escrita, o movimento ou a lógica matemática. Partindo destes temas, os educadores da Colmeia planejam formas de levar música, arte e expressão corporal para dentro das salas de aula, dos projetos e de outros espaços da escola. 
 
Fernando Ensinas, gestor da Colmeia, explica que a criação destas atmosferas artísticas no Elvira se relaciona com um projeto pedagógico inovador, "pois proporciona as crianças a percepção destes elementos como formas de expressão que interagem com o meio e se relacionam com os assuntos que fazem parte de seu cotidiano". 
 
Nesse primeiro bimestre, especificamente com a Educação Infantil, a Colmeia já realizou diversas atividades com as turmas, como uma roda de teatro musical, uma reprodução dos sons e movimentos dos animais, uma releitura da obra “Fauna e flora brasileira” de Portinari, um dia de confecção de instrumentos, um trabalho artístico a partir de elementos da natureza e uma atividade de confecção de cocares!  
 
Todos esses exemplos são de propostas que vieram de sala de aula, mas ganharam novos ares de experimentação artística com a Colmeia. Os educadores da equipe estão aqui para garantir que as atividades desenvolvidas com todas as turmas sejam permeadas por vivências artísticas, de forma a ampliar os horizontes e assim enriquecer o repertório das crianças sobre um mesmo tema investigado.

Integral
Elvira Plus - Oficina Youtuber
Elvira Plus - Oficina Youtuber #1
Elvira Plus - Oficina Youtuber #2

Elvira Plus - Oficina Youtuber

Na Oficina YouTuber, os estudantes vão aprender sobre a linguagem audiovisual, como fazer um roteiro, produzir conteúdo de qualidade, editar vídeos e até se instruir sobre como engajar pessoas para sua rede. O educador Rodrigo Bezerra conta que "um dos primeiros projetos será a produção de um programa jornalístico para o colégio, no qual os estudantes vão ocupar os papéis de jornalistas e produtores".
Em geral, o projeto tem intuito de possibilitar aos alunos do Ensino Fundamental II uma imersão no universo audiovisual, por isso, além das oficinas, os estudantes serão convidados a conhecer o ambiente de criação de outros youtubers.
Complementando o trabalho, a oficina conta com a presença de uma educadora de inglês que faz intervenções durante o processo de criação do grupo para que os estudantes assimilem o idioma de forma natural enquanto desenvolvem uma atividade.

Educação Infantil
O que fazem as abelhas
O que fazem as abelhas #1
O que fazem as abelhas #2
O que fazem as abelhas #3
O que fazem as abelhas #4

O que fazem as abelhas

Faz parte do trabalho da Colmeia complementar as aulas com seus conhecimentos diversos. Hoje, um dos membros do grupo, o educador musical André Akira levou uma canção para embalar a exploração sobre vegetais da turmas do Minimaternal. Durante a atividade, todos formaram uma roda e, ao som do violão, as crianças puderam conhecer a textura, as cores e os cheiros do milho, do chuchu, do pepino, da beterraba, da batata e da cenoura. Confira algumas fotos desse momento:

Educação Infantil
Inglês na Educação Infantil e Fundamental I
Inglês na Educação Infantil e Fundamental I #1
Inglês na Educação Infantil e Fundamental I #2
Inglês na Educação Infantil e Fundamental I #3

Inglês na Educação Infantil e Fundamental I

O Elvira acredita que o aprendizado efetivo de uma língua se dá por meio da vivência e da imersão na cultura do novo idioma. Para ajudar a concretizar essa ideia no dia a dia do ambiente escolar, especialmente na Educação Infantil e no Fundamental I, o Colégio fez uma parceria com o UNOi educação.  
 
A empresa realiza um projeto educacional que tem como foco maior a transformação da sala de aula, da educação e das práticas pedagógicas. Isso se dá por meio da criação de um universo de recursos, tendo como facilitador dessa transformação um coach, que vem até o Colégio mensalmente fazer visitas e formação com os educadores para instigar e causar reflexões. 
 
O que pode ser diferente? O que pode ser melhorado? E o que há de forte na escola que pode ser usado a favor desse processo? Essas são algumas das perguntas que o coach faz para escola e educadores repensarem sua prática. As respostas serão aliadas ao que a Escola quer para seus estudantes para nortear o caminho de mudança. No caso do Elvira, o coach está aliando alguns pilares que o Colégio segue, como aluno no centro do processo de aprendizagem, professor com papel de mediador e metodologia ativa, para estruturar o ensino de inglês com as práticas em que o Elvira acredita. 
 
O trabalho está focado em fazer com que a criança possa sair do Ensino Básico com condições plenas de se comunicar nas 4 habilidades: speaking, listening, reading e writing; por meio de um ambiente de imersão no idioma e na cultura de países de língua inglesa.  

Também criamos uma Sala de Inglês, um ambiente que propicia a imersão na língua inglesa. A sala é digital, com equipamentos multimídia, computadores e tablets com conexão wi-fi que permitem a transmissão de arquivos e vídeos que os educadores queiram exibir aos alunos. A sala também recebeu uma decoração especial que facilita essa imersão e uma exclusiva biblioteca, com títulos em inglês, selecionados especialmente para as faixas etárias das turmas desde Educação Infantil e Ensino Fundamental I.
 
Para saber mais sobre essa nova empresa parceira do Elvira, acesse o site da UNOi educação (http://br.unoi.com/tag/ingles/). 

Integral
Elvira Plus - Oficina Maker Lab
Elvira Plus - Oficina Maker Lab #1
Elvira Plus - Oficina Maker Lab #2
Elvira Plus - Oficina Maker Lab #3
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Elvira Plus - Oficina Maker Lab #5
Elvira Plus - Oficina Maker Lab #6

Elvira Plus - Oficina Maker Lab

A ideia dessa oficina é fazer com que, além do manuseio de ferramentas e uso de diversas tecnologias para criação de protótipos, os estudantes possam sentir-se livres e acolhidos para testar ideias, vivenciando a cultura maker no ambiente escolar. O instrutor do L@b Criativo, Guilhermando Nogueira, comenta que “o primeiro projeto desenvolvido pelo grupo foi um jogo de tabuleiros de madeira, que os próprios alunos idealizaram e confeccionaram com ferramentas de marcenaria, sempre usando equipamentos de proteção”. Ele ainda revela que, ao longo dessa oficina, os alunos também terão a oportunidade de conhecer outros espaços makers de São Paulo e usar outros equipamentos. 

Fundamental II
O menino da Biblioteca
O menino da Biblioteca #1
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O menino da Biblioteca #4
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O menino da Biblioteca

Os livros têm o poder de nos levar para outros universos ou nos fazer conhecer histórias da vida de algumas pessoas. Conforme vamos nos envolvendo na narrativa, a imaginação vai fazendo seu trabalho e passamos a formar as características dos personagens e dos espaços em nossa cabeça. Mas isso não acontece só com a história em si, por causa da  relação entre autor e leitores às vezes ser um pouco distante, esse escritor acaba se torna quase um personagem paralelo à história e é também pela imaginação que construímos quem é essa pessoa, o que a motivou a escrever o livro, como ela pensa e o quanto dela está naquela história. 
 
No entanto, na semana passada, o 6º ano teve a oportunidade incrível de poder direcionar todas essas perguntas e curiosidades diretamente para autor de Os meninos da biblioteca (Ed. Biruta), descobrindo, inclusive, que muito da vida do escritor João Luiz Marques era parte do livro. Na roda de conversa que formaram no auditório teve mãos esticadas esperando a vez para perguntar, olhares atentos, celulares direcionados para o autor registrando o momento e o livros abertos aguardando um autógrafo, formando um cenário onde era nítido perceber o encantamento dos estudantes ao conhecerem a pessoa que deu vida a obra que eles leram. 
 
E esse foi o desfecho de uma trajetória muito rica que a  professora de Língua Portuguesa Maria Clara Pitol promoveu em torno do livro. No primeiro passo do projeto, os estudantes testaram diferentes formas de leitura, algumas partes em grupo e outras individualmente. Finalizada o processo, eles conversaram, e em seguida foram separados em grupos para produzir um vídeo, onde tiverem que falar e comentar sobre Os meninos da biblioteca, como se tivessem um canal de crítica literária no YouTube. Foi a oportunidade de utilizarem recursos que são próximos ao cotidiano deles e  desenvolverem ainda outras habilidades ligadas a temática textual, como produção de roteiro para o vídeo. 

Todos
Fórum FAAP 2017 - E o país é...
Fórum FAAP 2017 - E o país é... #1
Fórum FAAP 2017 - E o país é... #2

Fórum FAAP 2017 - E o país é...

Os alunos que estão se preparando para o Fórum FAAP 2017 - evento estudantil que faz uma simulação da Conferência da ONU - receberam com muita alegria o anúncio de qual país vão representar no fórum. E a nação é Israel!  
 
Toda essa animação tem um motivo: o país em questão tem uma grande relevância no cenário geopolítico internacional e o grupo terá a oportunidade de representá-lo em 6 comitês, sendo eles: Assembleia Geral das Nações Unidas, Organização Mundial do Comércio, Organização Mundial da Saúde, UN-HABITAT, Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. 
 
Essa indicação é motivo de muito orgulho para o Elvira, pois reitera o reconhecimento da Fundação pelo bom trabalho feito pelos nossos alunos nessa primeira etapa, em que fizeram a escrita dos applications problematizando a seguinte questão: “Qual a importância da diplomacia para as Relações Internacionais?”. Os textos produzidos foram avaliados pela FAAP para que fossem distribuídos os países aos colégios participantes. 
 
Desde a inscrição no evento, o processo de preparação é feito com encontros semanais e conta com o auxílio do Articulador Relacional André Aly e com outra grande ajuda de peso, a do ex-aluno Thomaz Pougy, que já participou de alguns Fóruns pelo Elvira e está compartilhando sua experiência com os futuros participantes. 
 
A partir desse resultado, o próximo passo será preparar os alunos para o respectivo comitê que vão representar na fase final, que acontecerá entre os dias 14 a 17 de junho. 
 
* Saiba mais sobre o processo de preparação  para o Fórum FAAP através deste texto sobre uma dinâmica que aconteceu no começo do ano para explicar a relevância desse evento e das Relações Internacionais no mundo:  

Educação Infantil
Colmeia - Conhecendo os vegetais
Colmeia - Conhecendo os vegetais #1
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Colmeia - Conhecendo os vegetais #3
Colmeia - Conhecendo os vegetais #4

Colmeia - Conhecendo os vegetais

Faz parte do trabalho da Colmeia complementar as aulas com seus conhecimentos diversos. Hoje, um dos membros do grupo, o educador musical André Akira levou uma canção para embalar a exploração sobre vegetais, da turmas do Minimaternal. Durante a atividade, todos formaram uma roda e, ao som do violão, as crianças puderam conhecer a textura, as cores e os cheiros do milho, do chuchu, do pepino, da beterraba, da batata e da cenoura. Confira algumas fotos desse momento: 

Fundamental II
Aula interseriada
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Aula interseriada #4
Aula interseriada #5

Aula interseriada

Você sabe o que é uma aula interseriada? É aquela em que duas ou mais turmas de séries diferentes se juntam para trocar conhecimentos. Recentemente, uma das aulas de ciências reuniu os estudantes dos 5ºs e 8ºs anos para compartilharem o que sabiam sobre células. A atividade faz parte do projeto “Grandes Viagens e suas Descobertas”, através do qual os alunos estão trabalhando o tema Células: Corpo em Integração, realizando uma incrível viagem ao interior do corpo humano.
 
Primeiro, eles assistiram a um vídeo sobre as células humanas e conversaram sobre o tema, em uma discussão bem dinâmica, em que relataram o que aprenderam em suas pesquisas, experiências em laboratório, vídeos e atividades com registros.
 
Em seguida, todos seguiram para o ateliê de Artes e confeccionaram, juntos, uma célula com massinha de modelar, com os alunos dos 8ºs anos orientando o trabalho e tirando as dúvidas dos mais novos.
 
Segundo as professoras Marisa Trevilato, Cecília Medeiros e Lúcia Helena Souza, que promoveram essa atividade, “a ideia foi integrar as turmas para que os alunos se apropriassem de suas descobertas, elaborando juntos conceitos sobre as células”.
 

Todos
Everybody speaking English!
Everybody speaking English! #1
Everybody speaking English! #2

Everybody speaking English!

Para disseminar o inglês pelo ambiente do Colégio, especialmente entre educadores e demais funcionários, o Elvira fez uma parceria com a social bussiness 4you2 (http://www.4y2.org/), que traz profissionais estrangeiros para lecionarem no Brasil. Renelym Lastimosa, das Filipinas, e Argerie Carazo, da Costa Rica, são as teachers que estão ministrando o curso aqui no Elvira. As aulas são bem descontraídas e dinâmicas, com um clima contagiante em que todos os alunos são motivados a participar falando em inglês.

A Gestora de Relacionamento do Elvira, Gabriela Destro, que também faz parte de uma das turmas, diz que vê a importância de se aprofundar cada vez mais no idioma para auxiliar as famílias de outros países, recebidas constantemente na central de atendimento da escola.

 

Fundamental I
Elvira plus - Oficina de teatro
Elvira plus - Oficina de teatro #1

Elvira plus - Oficina de teatro

Toda segunda-feira, o auditório do Elvira vira palco de atividades teatrais! Ali, os estudantes podem ficar bem à vontade, seja descalços, com meias ou com tênis, para fazer a oficina. E para dar início, o professor Rafael Villares convida todos a formarem uma grande roda e em seguida fazerem exercícios de relaxamento e alguma dinâmica para acordar o corpo. Depois é hora de dar seguimento ao temado dia, no qual eles trabalham conhecimentos inerentes à área da dramaturgia de uma forma mais natural, livres para criar e improvisar. Ao final, é feita uma roda de conversa para que possam dialogar sobre a essência da atividade. Segundo, Rafael Villares, "a oficina em si não tem como propósito formar atores, mas dar espaço para as interações sociais acontecerem de forma mais dinâmica e fazer o processo de criação ser prazeroso".

Todos
Elvira Plus
Elvira Plus #1

Elvira Plus

O Elvira Plus é a oportunidade de os estudantes vivenciarem o ambiente escolar em período integral por meio de atividades extracurriculares. A Educação Infantil e o Fundamental I, por exemplo, têm vivências em inglês, linguagens corporais, trabalhos com tecnologia, contação de história, entre outras práticas. Já os estudantes do Fundamental II têm a chance de explorar novas áreas do conhecimento e de soltar a criatividade com as oficinas de teatro, Maker L@b e Youtuber. Elas acontecem em dias específicos da semana e os pacotes de serviços podem ser adquiridos e personalizados a partir do gosto e da necessidade de cada aluno, com opções que também incluem orientação de estudo. Conheça mais detalhes sobre essas propostas nos links a seguir:

Elvira Plus - Educação Infantil e Fundamental I: https://forms.rdstation.com.br/elvira_plus-45cba5799709c6efbf69
 

Fundamental I
Educação para Inovação
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Educação para Inovação #9

Educação para Inovação

Este ano começamos o projeto Educação para Inovação, que tem como propósito preparar os estudantes do Ensino Fundamental às exigência do séc. XXI, estimulando a perseverança, o trabalho em grupo e criatividade por meio do uso de tecnologia. Na primeira etapa, eles exploraram o L@b Criativo - o espaço maker do Elvira - aprenderam sobre as regras de convívio, conheceram as ferramentas e também descobriram as potencialidades desse local ao aprenderem a pregar um prego, manusear um martelo com segurança e produzirem uma lembrancinha de madeira que foi customizada no pirógrafo.
 
Marcela Rego, uma das educadoras que os auxiliou nas atividades, ressalta a importância desse projeto: “pensar em uma Educação para inovação significa também provocar nos alunos novas inspirações e desafios para que cada um seja guiado pelos assuntos que deseja explorar”.

Ensino Médio
Genética
Genética #1

Genética

Essa aula sobre genética teve início em casa. O professor de biologia, Thales Hurtado, pediu para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio pesquisarem algumas características físicas (fenótipos) dos membros das suas famílias - em pelo menos três gerações - dentre elas: "capacidade de dobrar a língua", cor dos olhos, padrão do lobo da orelha, presença de "covinhas" no queixo e na bochecha, entre outras. Assim, as suas próprias características e as das suas famílias viraram material de estudo.
 
Com essas informações em mãos, os estudantes elaboraram uma tabela. Após uma exposição sobre a nomenclatura e os símbolos presentes nos heredogramas, eles foram incubidos de representar o heredograma de suas famílias. Puderam também retomar os padrões de herança de cada caráter estudado e criar um problema de genética utilizando sua família como exemplo para que o resto da turma responda como revisão da 1ª Lei de Mendel. 
 
Como complemento ao estudo sobre genética, a aula ainda abriu espaço para uma discussão dos modelos de família que vivemos em nossa sociedade atual.
 

Todos
Aprendendo com o outro
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Aprendendo com o outro #4
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Aprendendo com o outro #6

Aprendendo com o outro

Os olhares de curiosidade e admiração dos estudantes mais novos ficam explícitos quando colegas mais velhos, de outra série, explicam uma matéria. A partir desse ano, momentos como esse serão mais frequentes nas aulas de projetos, com a implantação da proposta de misturar duas séries para fazerem juntas algumas atividades. 
 
O objetivo é que as aulas com estudantes sentados em fileiras recebendo passivamente conhecimento do professor deem cada vez mais espaço para situações em que os alunos sejam os protagonistas do aprendizado, ensinando e aprendendo uns com os outros e fazendo o conhecimento circular entre eles.
 
Nesses casos, o professor vai atuar como mediador, criando situações para que os estudantes façam pesquisas, investigações e experiências. E além da troca de conhecimento entre colegas, as atividades serão enriquecidas pela combinação de várias disciplinas.
 
Luciana Gama, articuladora pedagógica, relembra um caso recente em que foi promovida a união de estudantes de séries diferentes. “Nos dois primeiros dias de volta às aulas, as estações de atividades foram comandadas por alunos do 3º ano do Médio e ficou claro o desenvolvimento do senso de responsabilidade por parte deles. Nos demais, era visível o engajamento”. Para a articuladora, “essa é uma forma do ambiente escolar também promover convivência e respeito entre pessoas de jeitos e idades diferentes”.

Educação Infantil
Pedagogia de projetos no Ensino Infantil
Pedagogia de projetos no Ensino Infantil #1
Pedagogia de projetos no Ensino Infantil #2
Pedagogia de projetos no Ensino Infantil #3
Pedagogia de projetos no Ensino Infantil #4

Pedagogia de projetos no Ensino Infantil

Focada em colocar o aluno no centro do desenvolvimento das atividades e proporcionar espaço para que possam se aprofundar no estudo de diversos temas, a pedagogia de projetos está sendo implantada esse ano no Elvira do Ensino Fundamental ao Médio. 
 
No Infantil, os projetos já são uma realidade há cerca de 3 anos, adaptados às especificidades desta faixa etária. As turmas do berçário ao maternal escolhem um Tema Gerador. Neste primeiro bimestre, por exemplo, o berçário está pesquisando sobre animais das florestas por meio das histórias dos livros do Elmer, o Elefante; já o minimaternal está trabalhando o tema alimentação saudável e o maternal tem estudado os biomas. 
 
Vânia Grecco, psicóloga e gestora pedagógica, explica que o projeto flui com a participação dos estudantes. “As crianças podem contribuir com suas experiências prévias, isso permite dar voz à criança e a faz se sentir pertencente, atuante na atividade.”
 
Como o projeto segue o fluxo de interesse das crianças e da turma, ele está aberto para se transformar. Sendo assim, os prazos para conclusão também podem ser alterados, uma vez que, se a sala demonstra curiosidade em aprofundar o tema, o projeto pode se estender por mais tempo.

Todos
Cantina
Cantina #1
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Cantina #3
Cantina #4

Cantina

Como crianças e adolescentes passam várias horas do dia na escola, a alimentação deles é mais um ponto a que os pais e a escola devem se atentar. Mas para que isso não se transforme em uma preocupação, as cantinas geralmente oferecem alguns pacotes de refeições. Fique por dentro dos detalhes desse serviço e também dos cuidados com o que é oferecido aqui no Colégio para os estudantes.
 
Para comodidade dos pais, a cantina do Elvira possui um pacote completo, formado por kit lanche, almoço, lanche da tarde e jantar, tudo pensado com a supervisão de uma nutricionista. As famílias podem montar o pacote de acordo com o tempo de permanência da criança na escola e a sua necessidade. O kit lanche, por exemplo, é servido às 8 horas da manhã, o almoço começa às 10h30 e segue até às 14h30, o lanche da tarde às 15h30 e o jantar por volta das 16h30. No caso das crianças, os lanches são entregues nas salas de aula.
 
De acordo com a nutricionista da cantina Karen Oliveira, “a montagem do cardápio dessas refeições é balanceada, contando com os principais macronutrientes (carboidrato, proteína e gordura) em um percentual indicado para as faixas etárias”. No refeitório onde é servido o almoço, há variedade de opções, com arroz integral, arroz branco, duas leguminosas, carne vermelha e carne branca, verduras e legumes. Para o preparo dos alimentos, a nutricionista afirma que a cozinha evita os temperos industrializados e tem preparado as refeições com temperos frescos, como cebola, alho e alho-poró. 
 
Em breve, o plano é também substituir os molhos de saladas industriados por molhos frescos, visando a um cardápio cada vez mais saudável para as crianças e os adolescentes acostumarem seu paladar a sentir o verdadeiro sabor dos alimentos.
 
Além dessas refeições, que estão inclusas no pacote, a cantina tem à disposição diariamente lanches naturais, salgados assados, saladas de frutas, açaí, mix de oleaginosas e 3 opções de sucos, sendo 2 delas naturais e outra polpa refrigerada (uma alternativa que mantém mais os nutrientes e o sabor da fruta em comparação à polpa congelada).
 
As famílias que quiserem mais informações sobre pacotes e valores ou até mesmo tirar alguma dúvida sobre o cardápio podem ligar para (11) 5645-4918 - ramal direto da Cantina.
 

Educação Infantil
Como é o processo de adaptação no Ensino Infantil do Elvira?
Como é o processo de adaptação no Ensino Infantil do Elvira? #1

Como é o processo de adaptação no Ensino Infantil do Elvira?

O primeiro dia de aula é um momento marcante para toda família: as crianças saem da zona de conforto do ambiente familiar para um espaço coletivo, com novas pessoas e regras; já as famílias, ficam ansiosas e apreensivas sobre como os filhos vão reagir nessas horas longe de casa. Por isso, é muito importante conhecer o processo de adaptação da escola para que essa etapa seja vivenciada de uma forma bem tranquila.

Aqui no Elvira, a psicóloga e gestora pedagógica Vânia Grecco explica que, para a adaptação acontecer da melhor forma possível, há uma imersão gradual no ambiente escolar. “Até o terceiro dia é feita somente a adaptação das crianças que já estavam no Colégio e, nos dias seguintes, começa a recepção gradativa dos novos estudantes. No primeiro dia dessa nova criança, ela fica por 2 horas no Colégio, depois, no dia seguinte, ela permanece por 3 horas e o tempo vai aumentando aos poucos, até que na semana seguinte o ciclo se repita até ela se sentir confortável em ficar o horário completo”.

Há também um cuidado muito grande não só com as crianças, mas com os membros das famílias, como pais e mães. Nesse processo de acolhimento, nos 3 primeiros dias, a presença dos pais é solicitada na sala de aula para auxiliar os filhos na transição, o que acaba servindo para que esses pais conheçam a profissional que vai cuidar do filho e criem um vínculo de confiança com ela.

Com o intuito de manter o andamento harmônico nas próximas transições, são aplicadas atividades interseriadas ao longo do ano. Nelas, os estudantes interagem com novas professoras e outras turmas - ampliando o ciclo de amizades. Assim, essas pessoas já não são mais estranhas, e as crianças se sentem confortáveis e confiantes quando mudam de série.

Ensino Médio
Apresentação Fórum FAAP
Apresentação Fórum FAAP #1
Apresentação Fórum FAAP #2
Apresentação Fórum FAAP #3

Apresentação Fórum FAAP

Hoje pela manhã, os estudantes do Ensino Médio participaram de uma apresentação sobre o Fórum FAAP com a temática “Diplomacia e Paz”. O objetivo foi explicar e despertar o interesse dos alunos sobre esse evento estudantil que faz uma simulação da Conferência da ONU, com debates de órgãos internacionais.
 
Nesse primeiro momento, a ideia foi deixá-los envolvidos com a proposta. Por isso, foi preparada uma atividade mais lúdica, com o jogo War, em que tinham de desenvolver o diálogo e fazer alianças. Ainda contamos com a presença do Cônsul Honorário da Ucrânia, Jorge Rybka, que é pai de um aluno e veio compartilhar sua experiência de trabalho de mais de 10 anos com diplomacia. Professores de história, geografia e sociologia do Colégio também contribuíram com sua fala explicando sobre a ONU, questões geopolíticas, a participação da juventude na diplomacia e a importância dessa Organização no mundo. 
 
Embora o Fórum FAAP aconteça no mês de junho, iniciar os trabalhos agora é importante para que todos tenham mais tempo para se preparar. Para isso, ao longo dos próximos meses, os estudantes que vão participar do Fórum contarão com a ajuda de 3 professores da área de Humanas; do gestor de projetos André Aly e do ex-aluno Thomaz Pougy, que já participou duas vezes desse Fórum e sabe quais pontos podem ser melhorados. Segundo ele, “o que faltava era uma orientação mais efetiva. Por isso, esse ano haverá acompanhamento semanal, afinal é um projeto muito exigente, e nós estaremos ali para dar suporte e encaminhar as coisas da maneira mais adequada”.
 
Para os alunos que participaram dessa vivência, o dia de hoje foi um momento rico de aprendizado. Pedro Eddy, estudante do 1º ano do Ensino Médio, confessa que a dinâmica do jogo War foi instigante, em vez de criarem estratégias de ataque (que, normalmente, é o objetivo do jogo) os grupos tinham de conversar e chegar a acordos políticos. Para Priscila Diniz, aluna do 2º do Ensino Médio, a sua parte favorita foram as falas dos aspectos históricos que os professores e o convidado externo trouxeram.
 
A partir de agora, os estudante dão início aos meses de preparação para o evento. Nesse tempo vão se reunir toda segunda-feira à tarde para debater e começar suas pesquisas para o Fórum. 
 



 

Todos
Novos cargos
Novos cargos #1

Novos cargos

“A proposta atual do Colégio é trabalhar com uma equipe reduzida. Sendo assim, ela precisa estar mais articulada e pensando a escola de uma forma única”, explica a nova diretora do Elvira Brandão, Andrezza Amorelli. Nesse contexto, surgiu, em 2017, a ideia da criação dos cargos de articuladores no Elvira com o intuito de unificar a proposta pedagógica do Colégio, garantindo que todos caminhem na mesma direção. Confira agora as características de cada um deles.
 
Articuladora pedagógica
Luciana Gama será a pessoa que cuidará da formação dos professores e fará acompanhamento presencial das aulas, garantindo que o conteúdo do Ensino Infantil ao Médio esteja sempre alinhado com os pilares que o Colégio vai seguir esse ano, que são: pedagogia de projetos, metodologias ativas e cultura maker. Segundo ela, seu trabalho será muito próximo dos educadores para, juntos, proporem novas dinâmicas em sala de aula.
 
Articulador  relacional
André Aly, por sua vez, vai cuidar para que esse trabalho realizado no pedagógico seja entendido pelas famílias e que elas também façam parte do processo. Além disso, ele  atuará para criar um canal mais próximo dos alunos e trabalhará em processos de educação para a diversidade. A ideia é deixar clara a importância que o Colégio dá ao diálogo e às relações humanas para que a proposta de fato aconteça. Assim, o articulador vai tornar mais clara a comunicação entre os diversos grupos que formam o ambiente escolar, como as famílias, os alunos, os educadores e os funcionários por meio de uma escuta mais afetiva.

Fundamental II
Linguagem de programação na escola
Linguagem de programação na escola #1
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Linguagem de programação na escola #6
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Linguagem de programação na escola #8

Linguagem de programação na escola

Interagir com os computadores as crianças já sabem, seja mexendo nos APPs ou nos jogos, mas se comunicar com a máquina é diferente. Para que elas consigam “falar” e “entender” os computadores, podendo dar comandos, é necessário aprender o idioma que eles falam, ou seja, a linguagem para programá-los e um jeito fácil de dar o primeiro passo nesse universo da programação é com a ajuda do Scratch.
 
Essa plataforma gratuita, mundialmente reconhecida pelo gato laranja como mascote, tem uma interface extremamente lúdica e didática, ao contrário das linguagens de programação avançadas. Nela, cada ação é representada por um bloco colorido e não por códigos, assim as crianças clicam e arrastam os blocos para formar uma sequência de ações para o personagem, por exemplo, virar à esquerda, à direita, pular ou seguir em frente, podendo no fim de tudo criar animações, jogos, músicas e histórias interativas. 
 
Neste segundo semestre, as alunas e alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II usaram essa plataforma na disciplina de Língua Portuguesa para a criação de jogos com conteúdos de análise linguística e a professora Maria Clara Pitol detalha o que eles produziram. “Alguns criaram jogos de tabuleiro, outros estilo come-come, há jogos de perguntas e respostas. Cada grupo elegeu um formato e foi trabalhando com os pronomes. Depois, os colegas jogaram os jogos elaborados pelos outros”.  A educadora ainda destaca o propósito dessa atividade. “Dessa forma, eles estudam e se apropriam dos conceitos e de seus usos por meio de brincadeira e não de exercícios no livro ou no caderno. A ideia é integrar conteúdos específicos da língua portuguesa à programação gráfica, de forma que o aprendizado gramatical seja lúdico”
 
O Scratch também é usado por outras salas com outras disciplinas. Geralmente o primeiro passo é dado offline, para os estudantes entenderem a lógica da programação, e só depois os alunos aplicam o conceito na plataforma. Os alunos utilizam uma cartolina onde desenham o passo a passo do caminho que o objeto deve percorrer junto com as coordenadas, depois recriam isso fisicamente, para ver se precisa de ajustes e se está dando tudo certo, e aí então, reproduzem na programação.
 
A Coordenadora de Tecnologia Educacional, Celise Correia, enfatiza a importância desse aprendizado. “Acreditamos na linguagem de programação para desenvolver no aluno um raciocínio computacional, com isso ele vai construir algo no final e não ficar na posição de ser só consumidor”. Da mesma opinião, Guilhermando Nogueira, responsável pelo L@b Criativo, por sua vez, destaca o aprendizado da lógica de programação e do erro construtivo nesse processo: “desde pequenos, os alunos começam a perceber a importância do erro na programação, e refletem sobre ele, buscando o aperfeiçoamento para criação do produto final”. 

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Quem dá voz para as histórias
Quem dá voz para as histórias #1
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Quem dá voz para as histórias

Ana Stave é a pessoa responsável pela Biblioteca do Elvira. Sempre com um sorriso no rosto e pronta para dar um abraço aconchegante, ela faz da Biblioteca um ambiente ainda mais agradável para quem chega ali querendo indicação de livro ou ouvir uma boa história. 
 
Há 6 anos trabalhando no espaço, ela costuma atender crianças do maternal até o Fundamental I, mas principalmente as que estão na fase de alfabetização, e afirma que foram os próprios alunos que a ajudaram a construir seu modo de narrar histórias, a partir das reações e curiosidades de cada um.
 
Durante a conversa, ela cita um fato que aconteceu recentemente. “Chegaram dois meninos que estavam brigados um com o outro e por acaso eu estava com esse livro aqui”. Da sua mesa cheia de livros, ela pega uma obra com capa amarela e vermelha que tem um desenho de lobo na capa - o Lolô (Grégoire Solotareff - Companhia das Letras) - e começa a folheá-lo, explicando o porquê de ter escolhido ele especificamente para aquela situação. “O livro conta a história de um lobo que fica amigo de um coelho, algo que não é ‘natural’, já que na natureza o lobo come o coelho. A minha intenção com isso foi mostrar para eles que não é preciso ‘ficar de mal’ ou brigar, e que até o lobo e o coelho podem se tornar bons amigos”.
 
Durante essa contação de história, Ana fez cada um dos meninos incorporarem um dos personagens para vivenciarem mais intensamente a obra e encerra dizendo: “eu sei que eu plantei ali uma sementinha. Eu gosto de contar história assim, que deixa uma mensagem, não aquele ‘Era uma vez…’, quero plantar neles um despertar de emoção e humanização.”

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Pokeweek #8
Pokeweek #9
Pokeweek #10

Pokeweek

“Professor usa Pokémon Go para ensinar Matemática”. Foi essa a chamada de uma reportagem que despertou no professor de educação física Felipe Billi a vontade de criar uma atividade pedagógica para os alunos do Elvira em que eles pudessem absorver conhecimento com um jogo que eles tanto gostam.
 
Empolgado com a ideia, ele compartilhou o que havia pensando com as outras professoras do Novo Integral - Giovanna Pelin e Danilla Figueiredo - e, juntos, construíram como seria o projeto, que ganhou o nome de Pokéweek. Assim que foi para a prática, a atividade também contou com a colaboração de vários outros educadores, como Ana Carolina Ximenez, Vitória Teivelis, Victória Alves e  Letícia Nakano.
 
Na primeira fase da atividade, as alunas e alunos foram incentivados a pesquisar quais os pontos positivos (pessoas com depressão que começaram a sair de casa e hospitais que passaram a usar o app para tirar pacientes dos quartos) e pontos negativos do jogo (risco de acidentes e assaltos).
 
Depois disso, chegou o momento mais aguardado pelas crianças: a caçada ao Pokémon. Os estudantes eram divididos em equipes, em que um integrante - utilizando o tablet - ficava responsável por caçar os monstrinhos, outro tinha a função de correr até uma sirene e acioná-la, avisando aos colegas que um Pokémon acabava de ser capturado, outro era escolhido para preencher o nome de cada monstrinho capturado pelo grupo em uma prancheta e tinha o aluno que era responsável por colocar um imã em formato de pokébola em um quadro com os nomes dos Pokémons, já que o propósito final da dinâmica era que todos avaliassem qual o monstrinho que mais foi capturado pelos arredores do Elvira. “Uma oportunidade de os alunos trabalharem parte motora, caligrafia, operações de soma, organização e trabalho em equipe”, comenta o professor Felipe Billi.
 
Além da parte mais diretamente ligada ao uso do app, na aula de culinária eles aprenderam a cozinhar cookies em formato de pokébolas. E como o Novo Integral é bilíngue, as instruções de tudo o que foi realizado no projeto Pokéweek foram transmitidas em inglês aos alunos. 
 
O projeto foi tão bem recebido pelos estudantes, que foi repetido no Elvir@ Tech - o  primeiro evento de tecnologia do Colégio - que aconteceu no dia 24 de setembro.
 
Futuramente, os professores têm a vontade de ampliar o projeto e aliá-lo a mais saberes. A ideia é analisar os Pokémons de cada região e habitat, falar também da história do jogo e de questões relacionadas à evolução. Com isso, os educadores mostram que há inúmeras possibilidades de os jogos construírem saberes e que aliar o entretenimento às atividades pedagógicas é uma forma de engajar os alunos.

Berçário
Um passo de cada vez
Um passo de cada vez #1
Um passo de cada vez #2
Um passo de cada vez #3

Um passo de cada vez

As famílias muitas vezes ficam ansiosas para que os bebês comecem a andar logo e até acabam fazendo comparações com o desenvolvimento de outras crianças. No entanto, esse é um processo que deve ser encarado com muita calma, respeitando o tempo e a individualidade de cada um deles. Nessa entrevista, a psicóloga e gestora pedagógica do Berçário e Educação Infantil Vânia Grecco explica a importância dessa fase, como os pais podem proceder e ainda comenta como o desenvolvimento motor é trabalhado aqui no Elvira.
 
Existem alguns pensamentos equivocados que rondam a cabeça das famílias e da maioria dos adultos sobre como proceder diante do desenvolvimento motor de um bebê, um deles é a necessidade de um lugar extremamente macio para o bebê começar a engatinhar. Vânia explica que o bebê necessita de um apoio que ofereça uma base necessária para o fortalecimento de sua musculatura. Assim, um edredon fino é indicado para os primeiros meses. Outra atitude que também precisa ser modificada é superproteger a criança não permitindo que ela experimente situações fundamentais para o seu amadurecimento. “Se ela é poupada dessas situações, não ocorre a assimilação desse conhecimento sobre o próprio corpo”, afirma a gestora pedagógica.
 
Famílias
Começar a andar está diretamente relacionado com o fato de se sentir seguro. Vânia conta que “às vezes, uma criança não faz determinado movimento, não por incapacidade motora, mas por um entrave no aspecto socioemocional, que não permite que ela se arrisque”.  Por isso, a dica para as famílias é não forçar a criança para ela engatinhar, andar ou sentar, mas oferecer um ambiente que facilite o processo, permitindo que ela se desenvolva e busque desafios, de acordo com sua fase de desenvolvimento. “Em cada fase, existe a superação de um desafio. Quando a criança cai, ela tem um registro na memória de como cair”.
 
Relatório
No Elvira, o trabalho para avaliar a evolução de cada criança é realizado por meio do perfil individualizado, aplicado do Berçário ao Jardim II. Por meio dele, os educadores registram e perceberem o desenvolvimento motor grosso (movimentos mais amplos, como: rolar, engatinhar, andar, correr, pular obstáculos, escalar, saltar) e o fino (movimentos menores, como o feito com as mãos e os pés ao agarrar e segurar algum objeto), além de avaliarem em qual fase a criança se encontra. Com base nesse instrumento de observação, as experiências são elaboradas sempre de maneira lúdica, oferecendo oportunidades individualizadas dentro da mesma experiência.
Vânia Grecco ressalta que “a segurança postural está intimamente relacionada ao desenvolvimento intelectual.  Quando existe o respeito do tempo, do ritmo de seu desenvolvimento, a criança se sente segura e confiante em suas descobertas e são instigadas a novos desafios. O poder de reflexão, criatividade, concentração e organização, aumentam consideravelmente em relação às crianças que sofrem a intervenção do adulto, que lhe oferece previamente a solução diante de seus obstáculos”.

Fundamental II
Rompendo com a aula tradicional
Rompendo com a aula tradicional #1
Rompendo com a aula tradicional #2
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Rompendo com a aula tradicional #4

Rompendo com a aula tradicional

Ao fazer um exercício rápido em que se tenha de imaginar uma aula acontecendo, geralmente reproduzimos um padrão: na sala, visualizamos alunos sentados nas suas carteiras, onde também está um professor de frente para toda a turma. De forma simbólica, essa organização espacial só reforça uma hierarquia de saberes, em que o professor ali à frente detém o poder da fala e do conhecimento, enquanto os alunos ficam em um lugar de ouvintes. Para romper com esse cenário, o professor de Sociologia e Atualidades, André Aly, deu voz aos seus alunos – durante o trabalho de metodologia de pesquisa – para que eles fizessem parte do próprio processo de aprendizagem, 
 
Eu estava me observando e não estava fazendo o básico, de inverter a lógica, de potencializar e valorizar a vontade do aluno. A gente [educadores] pode encontrar soluções perguntando mais para o aluno e conectando mais ainda seu interesse. Então, eu pergunto o que eles querem estudar ou pesquisar”, conta o educador.
 
O trabalho de metodologia foi dividido nas seguintes etapas: o modo como estão sendo feitas as pesquisas, o que está sendo pesquisado e o trabalho com o produto da pesquisa. Aly relata que, ao longo do processo, percebeu que em alguns momentos havia certa perda de interesse e fez uma intervenção. “Eu brequei o passo a passo das aulas para mergulhar e aprofundar o assunto, problematizando o processo de fonte de pesquisa”.
 
Para ele, as experiências, principalmente com o 8º e o 9º ano (Fundamental II), foram mais intensas. Com essas turmas, como a disciplina é de Atualidades, a proposta principal foi ‘o que está acontecendo na sua família, na sua escola, no seu bairro, na sua cidade, ampliando o leque’. Aly explica que “nos anos anteriores nós já trabalhamos questões de identidade e voltadas mais para o ‘eu’, agora o foco seria trabalhar o olhar para o ‘outro’ e, assim, também tentar ver qual grau de percepção eles têm da atualidade”.
 
Dessa forma, as aulas de metodologia se tornaram um grande momento de experimentação para sair daquela aula tradicional. “Nós, professores, cobramos muitos trabalhos e não nos damos conta de que, às vezes, eles não têm a base para fazer trabalho. A metodologia, dentro da aula de Atualidades, vem justamente para debater esse processo”, afirma André Aly.

Fundamental I
Planeta Terra e seus fenômenos naturais
Planeta Terra e seus fenômenos naturais #1
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Planeta Terra e seus fenômenos naturais

Com as mãos na argila e na massinha de modelar, os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental trabalharam, durante as aulas de ciências, na construção de modelos de planeta Terra e vulcões.   
 
Na primeira aula, eles falaram sobre o planeta Terra, compreendendo a estrutura que o forma. Reconheceram o formato, as suas camadas e perceberam – em escala reduzida – as proporções de cada uma delas, reconhecendo a Crosta Terrestre como o único lugar no planeta em que é possível que exista vida.
 
Na aula seguinte, puderam relacionar a existência dessas camadas com a origem de alguns fenômenos naturais, como a erupção de um vulcão. Eles localizaram os países onde há vulcões ativos e destacaram os danos que uma erupção pode trazer à natureza. Também realizaram uma experiência com vulcões feitos de argila, em que fizeram com que eles entrassem em atividade e erupcionassem.
 
Segundo a professora de ciências Marisa Trevilato, “foi um momento de grande emoção para a turma do 3º ano C, já que todos puderam vivenciar, na prática, os conceitos trabalhados e aprender de forma significativa”.

Educação Infantil
Hora da roda
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Hora da roda #5

Hora da roda

Todo dia, no momento de chegada ao Colégio e na saída, as crianças do Berçário ao Jardim II já sabem: é hora de formar a roda. O próprio fato, aliás, de elas terem a consciência de que esse momento chegou é muito significativo, já que um dos objetivos da experiência é justamente lhes dar noção sobre rotina e previsibilidade dos acontecimentos.

Tudo começa com uma música para embalar o bom-dia ou o boa-tarde. Enquanto isso, as crianças vão encontrando seu espaço na roda e se acomodando perto de outros colegas e educadores. Nos 20 minutos seguintes ‒ tempo aproximado de duração da roda ‒ elas falam o que aconteceu no final de semana, conversam com o fantoche e retiram objetos da caixa surpresa que vai lhes dar dicas sobre o que será desenvolvido nas dinâmicas ao longo do dia. A psicóloga e gestora da Educação Infantil, Vânia Grecco, explica: “se tiver um rolinho de pintura dentro da caixa, eles podem fazer associações com suas experiências prévias ou criar novas possibilidades, ampliando as funções do objeto”. Assim, investigar esse elemento na hora da chegada possibilita uma conexão com o que está por vir e, na saída, uma sistematização do que foi realizado.

Talvez fique difícil visualizar como pode acontecer uma roda no berçário, com bebês que ainda não verbalizam, mas as educadoras explicam que elas se norteiam pela expressão facial, pelos gestos, balbucios e vocalizações. A roda para eles  tem o mesmo formato que é feito com as crianças maiores e também é baseada em muita conversa, sem subestimar a inteligência e a compreensão deles. Vânia conta que “quando a criança tiver maturidade para verbalizar, poderá expressar claramente suas experiências construídas durante esse período em que ainda não falava. Pois, o cognitivo estava em pleno funcionamento, recebendo oportunidades para seu desenvolvimento”.

No momento da roda, também é mencionado o mês, o dia da semana e do mês “Quando anunciamos o mês de setembro, um deles comentou que a mãe tinha falado que era o aniversário dele, outro se manifestou dizendo que o mês tinha a mesma letra que começava o nome de uma das colegas, a Sofia”, conta Evelin Cristhie Bezerra, a educadora do Minimaternal D. Ela ainda revela que, por meio disso, “acontece um interesse natural pelas letras e números ‒ por mais que nosso foco não seja o letramento nesse momento, as letras e os números informam alguma coisa e as crianças percebem”.

Além de benefícios como noção de temporalidade e esquema corporal, o momento da roda é importante para transmitir valores como respeito e empatia. As crianças entendem a importância da fala dos amigos e gradativamente passam a respeitar turnos indicando essa valorização. “É um movimento para as futuras assembleias, já que é um momento de exposição, em que a criança pode discutir assuntos variados, expressar suas opiniões e compartilhar suas experiências,” afirma a gestora educacional.

Fundamental II
Visita a Paraty/RJ
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Visita a Paraty/RJ

Na primeira semana de setembro, as alunas e alunos do 7º ano tiveram a oportunidade de conhecer a cidade de Paraty/RJ na companhia do professor André Sekkel, de História, e da professora Lúcia Helena, de Ciências.
 
Em uma das atividades propostas no local, a turma foi junta até Paraty Mirim e, de lá, se dividiu em 2 grupos: um fez a trilha pelo Saco do Mamanguá até chegar à casa de um caiçara (ponto de encontro) e a outra foi pelo mangue. Na volta, as turmas trocaram os caminhos.
 
Na casa do caiçara, os estudantes tiveram a oportunidade de falar com a família dele, descobrindo mais sobre a história da região e daquele povo. Além disso, aprenderam como é feita uma canoa e até puderam pintar uma miniatura do objeto.
 
Em outro momento, eles fizeram uma atividade de pesca artesanal e visitaram o Costão Rochoso. 
 
Um dos focos desse estudo de campo é conhecer mais sobre o povoamento desse local, mas a riqueza de uma visita como essa permite agregar conhecimento para várias disciplinas, como História, Ciências, Geografia, Inglês e Espanhol, além de proporcionar novas experiências para a vida dos estudantes.

Todos
Estudando novas didáticas
Estudando novas didáticas #1
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Estudando novas didáticas

Uma vez por semana um grupo de educadores tem se reunido para estudar sobre Ensino Híbrido com o objetivo de reinventar sua didática em sala de aula. Essa é uma metodologia que personaliza o ensino fazendo uso de recursos digitais, como tablets, smartphones e computadores, no processo de aprendizagem.
 
Nessas reuniões, eles discutem linha de estudo, planejamento, práticas, necessidades da aplicação no dia a dia em sala de aula, modelos de ensino híbrido e debatem sobre técnicas de avaliação, tudo conforme vão surgindo as demandas. A ideia agora é solidificar essa iniciativa dentro do Colégio para posteriormente abrir espaço para educadores de outras escolas, e assim, trocar conhecimento sobre práticas de Ensino Híbrido utilizadas em diferentes contextos e instituições.
 
Um dos modelos mais usados de Ensino Híbrido é o rotacional. Nele, em grupo ou individualmente, os alunos passam por estações com atividades diferentes, mas que fazem parte de um mesmo tema. Depois de um determinado tempo, após finalizarem a tarefa, eles mudam de mesa, contemplando todo o conteúdo e sempre respeitando seu próprio ritmo.
 
Adrian Fuentes, participante do grupo e professor de matemática do Ensino Médio, comenta que essa iniciativa “foi muito importante, pois, por mais que a escola sempre fale de Ensino Híbrido e sobre outras práticas pedagógicas, o grupo dá mais cobertura, a gente discute, aprofunda e tira dúvidas. Aliás, muitas das aulas que fiz usando esse método não teriam dado certo se não fosse a parceria desse grupo. A troca de ideias faz com que o projeto se enriqueça”.  
 
Para a professora do Ensino Fundamental I, Claudia Pantojo, a existência do grupo também tem acrescentado muito na sua didática. Segunda ela, as reuniões têm permitido “um crescimento coletivo, fazendo estudar e se questionar”.
 
O próximo passo é formar novos grupos de estudos com foco em aprender mais sobre outros métodos e plataformas. Em setembro vai começar um grupo sobre Khan Academy, uma plataforma de ensino gamificada com vídeos e exercícios, que começou especificamente com matemática e atualmente tem ampliado seu conteúdo para outras disciplinas. 

Educação Infantil
A criatividade está no contato com a natureza
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A criatividade está no contato com a natureza

Em tempos em que a maioria das crianças cresce em condomínios e circula por uma cidade moldada por concreto, é ainda mais importante reconectá-las com a natureza e incentivá-las a colocar a mão na grama, sentir a terra com os pés, subir nas árvores, mexer em gravetos, folhas e pedras e cheirar as flores. Por isso, na hora de oferecer momentos e espaço para essa exploração acontecer, a escola também tem um papel essencial.
 
Além de adquirirem percepções naturais sobre o meio ambiente em que estão, nesse contato, as crianças podem ter uma rica experiência sensorial ao se depararem com diferentes texturas, afirma a psicóloga e gestora pedagógica do Berçário e da Educação Infantil, Vânia Grecco. Ela também acrescenta outro ponto valioso dessa vivência por meio de uma reflexão. “Qual é a diferença entre explorar elementos naturais e um brinquedo? É que o brinquedo já está pronto! Através da manipulação de elementos naturais, a criança pode criar; já quando um adulto oferece um elemento fechado, como o brinquedo, essa capacidade fica limitada”. 
 
Enquanto alguns educadores ainda resistem ao uso de dispositivos tecnológicos na educação, a gestora tem um opinião favorável à utilização deles sem descartar com o contato com a natureza. “O uso de celulares e tablets não exclui a exploração da natureza, pelo contrário, nós precisamos oferecer cada vez mais oportunidades para que elas [as crianças] criem com elementos naturais, para que isso se reflita também no modo como elas vão usar o material tecnológico.” Ela ainda complementa: “dessa forma, eles se tornarão mais questionadores e a criança que explora e cria hoje será o adulto que vai desenvolver novos aplicativos, pois teve espaço para imaginação oferecido por esses materiais abertos”.
 
Para as famílias, Vânia tem um conselho de como podem incentivar essa vivência. “Precisamos fazer um resgate da nossa infância e lembrar o que nos deixava feliz nas brincadeiras ao ar livre. Isso é muito rico e fica para sempre na memória. Se a família não tem uma relação aberta com natureza, é a mesma coisa de passar insegurança em qualquer outro ambiente. A criança não sente segurança dos pais e não vai conseguir relaxar e experimentar verdadeiramente aquele espaço”. 

Berçário
Criança segura, adulto mais independente
Criança segura, adulto mais independente #1
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Criança segura, adulto mais independente #4

Criança segura, adulto mais independente

O vínculo afetivo constituído nos primeiros momentos de vida tem proporções gigantescas: ele influencia até mesmo a forma como uma pessoa estabelecerá suas relações enquanto adulta, como explica Vânia Grecco, psicóloga e gestora pedagógica do Berçário e da Educação Infantil. “O tipo de relação que é estalecido na primeira infância refletirá nas relações que essa pessoa terá futuramente, por isso, é preciso muito cuidado na construção desses vínculos. É nítido como uma criança que teve um vínculo afetivo consolidado e oportunidades de exploração tem muito mais segurança e autonomia durante todo seu desenvolvimento na Educação Infantil”.
 
Na construção do vínculo dentro da escola com as cuidadores e educadoras, Vânia afirma ainda que é fundamental que essa relação educadora-criança seja genuína. “Como o bebê não sabe falar, precisamos ter a sensibilidade de saber o porquê de ele estar chorando. Se a educadora tem escuta ativa e sensível, ela já consegue traduzir facilmente o motivo”. Mas essa sensibilidade é construída também por meio de muita troca e do estabelecimento de intimidade entre a cuidadora e o bebê. “É nos momentos de cuidado que ela realmente demonstra o afeto. Assim, aos poucos, essa criança responde com adaptação e conforto em se relacionar com outras pessoas”. 
 
No caso das famílias, o vínculo de afeto é natural da relação e não cabe ao educador interferir, ditando como ele será feito, declara a psicóloga. “O que nós sugerimos é que a família sempre converse com o bebê, desde a gestação, sem subestimar sua capacidade de entendimento. Nos primeiros meses de vida, por exemplo, ele é capaz de entender o adulto pelo toque ou mesmo pelo tom de voz”.
 
Vânia termina a entrevista dizendo que a criança nasce dependente do adulto, mas cabe a este dar as ferramentas para ela se construir sozinha. “Quanto mais segurança for oferecida nessa fase em que ela ainda é dependente, mais cedo ela se torna confiante para se tornar independente”. 
 

Todos
Corpo e musicalidade
Corpo e musicalidade #1

Corpo e musicalidade

Quando perguntado “qual é o lugar da arte dentro de um universo pragmático?”, o professor de música e expressão corporal Jorge Cirilo tem uma resposta rápida: “é o de associar”. E é com esse pensamento que ele tem atuado por aqui: misturando sua disciplina às demais e também à rotina do Elvira. “A princípio, tenho como objetivo incluir atividades musicais, corporais e artísticas no dia a dia do Colégio. A ideia é que todos ‒ de alunos a funcionários ‒ tenham corpo ativo e com prontidão para passar e absorver informação”. 
 
Sua primeira linha de ação é focada nos alunos. Do Minimaternal ao Ensino Médio, o professor tem levado aos estudantes instrumentos para que sintam o material do qual são feitos, vejam quais sons fazem, enfim, experimentem! “Quero que eles se perguntem: ‘da onde esse instrumento veio? do que ele é feito? por que ele é assim? por que ele é importante?’”, explica. 
 
Além da música e dos instrumentos, o educador tem colocado os alunos em contato com seus próprios corpos e movimentos. Neste mês de agosto, por exemplo, realizou uma dinâmica corporal com as turmas do Jardim e do Fundamental. Com algumas adaptações de um grupo para outro, o primeiro momento, foi dedicado para as alunas e os alunos repetirem um determinado código feito por ele (palmas ou batida de pé). Em seguida, em um período estabelecido, Jorge aumentava e diminuía o intervalo das batidas, alterando o grau de dificuldade e sensibilizando os estudantes às mudanças de ritmo. 
 
Após essa dinâmica, chegou a hora deles relaxarem. Os estudantes foram convidados a andar pelo espaço sem se tocarem e sem se falarem. Segundo o professor, a grande lição tirada dali foi a do contato visual, já que havia muitos alunos em um mesmo lugar e eles tiveram de trocar olhares com colegas com que normalmente não se relacionam.
 
Atividades como essas têm o importante papel de tornar a arte, em todas as suas formas, um hábito, que por sua vez, faz com que o universo artístico e tudo que vem dele ‒ como vivências, experiências, criticidade e sensibilidade ‒ sejam valorizados, tanto no ambiente escolar quanto na vida das crianças.

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Elvira D@y 3.0
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Elvira D@y 3.0

O Elvira D@y já se tornou um ritual aqui no Colégio para voltar às aulas com o pé direito!
 
Nessa última edição do evento, que aconteceu no dia 1º de agosto, os professor e funcionários tiveram uma programação repleta de atividades. Na parte da manhã, os educadores participaram de um bate-papo para reavaliar métodos pedagógicos em cada nível educacional. A equipe de limpeza e manutenção também se reuniu para compartilhar experiências e ainda elaborou a decoração de seu espaço de lazer no trabalho, tornando o local mais acolhedor e com a identidade de cada um.
 
Já na parte da tarde, todos da comunidade Elvira foram convidados a relaxar e se divertir com as oficinas de meditação, construção de mandala, dinâmica de improvisação, sinestesia (mistura de sentidos), exploração do estilo de aprendizagem, entre outras.
 
Além da descontração, que torna o retorno das aulas um momento prazeroso, esse evento é importante para trocar ideias, fortalecer as metas que serão desenvolvidas nos próximos meses e unir a equipe em torno desse objetivo comum.

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A ciência por trás da música
A ciência por trás da música #1
A ciência por trás da música #2

A ciência por trás da música

Matemática e Física também pode dar samba ou, no caso da atividade interdisciplinar que aconteceu aqui no Elvira, pelo menos pode render algumas notas musicais, como mostram os educadores do Colégio. No primeiro semestre, os professores de Física, Matemática e Música se reuniram para incentivar os alunos a construir monocórdicos, instrumentos musicais feitos com uma única corda, utilizando, para isso, conhecimentos prévios dos próprios estudantes sobre acústica, fração e proporção. Dessa forma, a música, já tão presente na parte teórica nessas matérias de exatas, ganhou um significado real através dos sons e ritmos.

A proposta da atividade era que os grupos, formados por alunas e alunos do 9º do Ensino Fundamental II até a 3ª série do Médio, construíssem instrumentos a partir dos materiais disponíveis do sucatário da escola e conseguissem afinar sozinhos os monocórdios.  

Para o professor de Matemática, Adrian Fuentes, um dos pontos positivos da atividade foi a possibilidade de comparar os diferentes tipos de sons que saiam de cada material e instrumento, já que os grupos usaram madeira, corda de aço, nylon e até arame. Já a professora de Física Dayane Silva observa ainda outro detalhe, o desafio na manipulação das ferramentas. “Para muitos foi o primeiro contato como um  serrote, por exemplo”. 

Durante a aula, também surgiu uma parceria com a professora de Inglês. Com seu auxílio, os estudantes puderam ampliar e treinar o vocabulário musical na língua inglesa ao produzirem um vídeo falando sobre o instrumento que tinham acabado de construir.

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Tempo de brincar
Tempo de brincar #1
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Tempo de brincar

No mês de julho, o Elvira faz parceria com a Oficina Toka para proporcionar atividades recreativas às crianças
 
Nas férias, o Colégio também tem possibilitado momentos para que as crianças possam colocar em prática o que sabem fazer de melhor: brincar! Entrando na segunda semana, a programação de férias no Elvira está repleta de atividades envolvendo arte, jogos, canções e culinária, mas a grande atração mesmo é o resgate das brincadeiras de rua.  Entre elas estão “Serra, serra, serrador”, “Rouba Bandeira”, “Coelho sai da Toka”, “Batata quente”, “Cabra-cega”, “Pular corda, “Jogar pião”, “Mãe da rua”, “Jogo de Taco”, “Alerta”, “Cabo de guerra” e muitas outras. 

A proposta da Toka é colocar as crianças de 2 a 10 anos em contato com as brincadeiras que se costumava brincar nos quintas e ruas da cidade. Os recreadores que comandam essas atividades dividem as crianças em dois grandes grupos, assim elas podem explorar melhor cada prática de acordo com sua faixa etária.

A programação ocorre de segunda a sexta, das 8h30 às 18h. Além das atividades, a rotina  do curso de férias tem almoços temáticos, com comida de outras nacionalidades, como alemã e mexicana, assim as crianças têm a oportunidade de experimentar novos sabores e aprender também sobre outras culturas.
 
OFICINA TOKA 
É uma proposta que nasceu em 2012 e tem como objetivo oferecer às crianças a partir de 3 anos de idade a oportunidade de desenvolver habilidades e adquirir conhecimentos em áreas específicas, com profissionais especializados, complementando, a formação oferecida na escola regular.  
 
Ao longo do ano, a Oficina Toka disponibiliza grade de cursos totalmente diversificada, abrangendo várias áreas de aprendizado. Entre as atividades estão capoeira, cerâmica, circo, dança, desenho, escola de esportes, escola de futebol, ginástica artística, vivências em inglês, kung-fu, musicalização infantil, natação, oficina de história em quadrinhos, robótica, marcenaria, teatro e violino, entre outras! 
 
Para mais informações, acesse: http://www.oficinatoka.com.br

Fundamental II
Colonização da América
Colonização da América #1

Colonização da América

Por muitas vezes, as crianças acabam recebendo uma visão romantizada e eurocêntrica do encontro entre europeus e povos pré-colombianos. Para quebrar com alguns estigmas - como, por exemplo o “descobrimento”, já que os territórios não foram descobertos pelos espanhois, mas sim conquistados, afinal essas terras já eram habitadas pelos nativos - uma boa opção é entender como se deu o processo de colonização da América pelo olhar dos povos pré-colombianos, como fizeram as alunas e alunos dos 8ºs anos do Fundamental II. 
 
Sob a orientação dos professores Haroldo Bueno, de Geografia, e da Andréa Blasques, de Espanhol, os estudantes realizaram apresentações dramáticas do encontro dos europeus com os povos pré-colombianos, Astecas, Maias e Incas, durante a colonização da América Espanhola. Ao longo de três semanas, os alunos construíram roteiros, dividiram os papéis, ensaiaram as falas e produziram os figurinos, para a encenação teatral que aconteceu no começo de junho.

Durante o processo de trabalho, eles foram divididos em grupos e realizaram uma ampla pesquisa sobre os principais aspectos geográficos e culturais dos três povos pré-colombianos. Tiveram a oportunidade de conhecer a obra de Miguel León-Portollo, “A Conquista da América Latina vista pelos índios”, que narra o contato entre os povos nativos e os europeus, a partir da visão dos vencidos. Os textos extraídos do livro de Portollo serviram de base para a construção das narrativas encenadas pelos alunos. Nas aulas de Geografia, os estudantes entraram em contato com mapas, imagens e vídeos com o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre os protagonistas deste momento da história do nosso continente. 

Já na aula de Espanhol, eles  fizeram a leitura do livro “Pachamama, la tierra madre”, o qual também lhes serviu como suporte teórico e motivador, além dos diversos textos lidos sobre esses povos. Empoderados de repertório, os alunos elaboraram os textos dramáticos sob a orientação dos professores. Coube aos alunos ainda, realizarem toda a parte de tradução dos textos escritos para encenação com a mediação da professora Andréa.
 

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Assembleias estudantis
Assembleias estudantis #1
Assembleias estudantis #2
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Assembleias estudantis #4
Assembleias estudantis #5
Assembleias estudantis #6
Assembleias estudantis #7

Assembleias estudantis

Alunas e alunos se reúnem para debater questões sobre o Colégio
 
As iniciativas tiveram início quando o “Parque da Baleia” foi fechado para reforma em razão da quebra de alguns brinquedos. Os gestores educacionais contam que, inicialmente, grupos de alunos de diferentes anos, desde o Fundamental I até o Ensino Médio, os procuraram interessados em ter uma participação mais ativa sobre o futuro do espaço. Depois dessas conversas, os grupos começaram a se comunicar entre si e a partir daí os gestores passaram a auxiliá-los na criação e gestão das assembleias.
 
Para uma organização mais efetiva ficou combinado que as reuniões acontecessem com 4 representantes de cada ano, responsáveis por trazer os desejos de suas respectivas salas. Após cinco encontros para trocas de ideias, coordenados por alunos do 3º Colegial, foi feita a Assembleia Geral, em meados de Maio, na qual definiram quais seriam as medidas que representariam os estudantes na discussão do projeto do parque. Os alunos votaram desde quais brinquedos gostariam de ver presentes no espaço até se o parque deveria ter mais arborização.
 
O passo seguinte foi levar essas decisões para um encontro de educadores, preservando ao máximo a ideia dos alunos, mas acrescentando uma visão mais pedagógica ao que eles propuseram e analisando também a viabilidade de suas propostas.
 
Embora já tivessem acontecido algumas assembleias para resolver casos pontuais em sala de aula, essa foi a primeira experiência que integrou tantos alunos de diferentes faixas etárias. A gestora educacional, Betina Dauch, tem uma avaliação positiva a respeito dessa ação. “Foi um momento muito rico, pois eles precisaram se posicionar, defendendo suas ideias, e foi também um exercício de avaliação de postura em um ambiente que exige mais maturidade”. Ainda segunda a gestora, “todos se respeitaram muito, os alunos mais velhos escutaram as opiniões dos mais novos e vice-versa, o que proporcionou um momento poderoso de diálogo”.
 
  As obras no parque terão início no mês de julho, aproveitando o período de férias, e a previsão é que estejam concluídas quando voltarem as aulas no segundo semestre.

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Fractal - Oficina Movie Maker
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Fractal - Oficina Movie Maker #6

Fractal - Oficina Movie Maker

No Elvira, as alunas e alunos também são incentivados a protagonizar seu processo de aprendizagem. Essa semana, por exemplo, o aluno do 7º ano, Eduardo Montoro, foi quem ministrou uma oficina do Fractal. Com ajuda da Profª. de Tecnologia Educacional, Adriana Cruz, ele ensinou - educadores e outros estudantes - a editar vídeos no programa Movie Maker.
 
A proposta foi que os participantes criassem um vídeo com o tema Olimpíadas 2016 e em seguida apresentassem o projeto para a turma.
 
As professoras da Educação Infantil, Erica Trivelato e Ellen Rosa Alves, participaram da oficina e ficaram muito satisfeitas com o conteúdo. “Pretendemos usar o conhecimento adquirido aqui para elaborarmos vídeos para as Reunião de Pais”, relataram.
 
Já os estudantes ficaram entusiasmados por participarem de uma oficina ministrada por um aluno e viram aí uma oportunidade de fazerem sua própria oficina. Afinal, o Fractal é uma rede colaborativa aberta para oficinas e cursos promovidas por educadores e alunos.

Fundamental I
Minecraft na educação
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Minecraft na educação #2
Minecraft na educação #3

Minecraft na educação

Educadores já tiveram um passado não muito amistoso com os games por considerar que eles poderiam atrapalhar as atividades pedagógicas. Mas, felizmente, esse cenário tem mudado nos últimos anos. Os professores passaram a enxergar o potencial dessa plataforma para o processo de aprendizagem já que ela dialoga diretamente com a realidade da criança. Um bom exemplo de jogo que tem sido usado nas salas de aula e pode agregar à educação é o Minecraft - jogo eletrônico de aventura que permite a criação de mundos por meio de blocos.
 
No Elvira, o Minecraft já foi trabalhado em diversas disciplinas com as alunas e alunos do Ensino Fundamental, mostrando como é possível aprender com games. A professora de inglês, Claudia Martins, por exemplo, promoveu uma atividade lúdica com o jogo pedindo às crianças que criassem seus mundos e depois fizessem uma apresentação oral em inglês explicando o que haviam feito. O foco da aula era o uso de preposições nas frases.
 
No caso da disciplina de matemática, a educadora Beth Commans conectou o jogo com a matéria de sólidos geométricos. Durante o processo de construção com os blocos, ela explicou as características das figuras tridimensionais.
 
Outro professor que também explorou os recursos dessa ferramenta foi José Maurício, que leciona geografia. Trabalhando o conteúdo oceanos com sua turma, ele aproveitou a dinâmica do Minecraft para pedir aos alunos que construíssem mangues com blocos virtuais e ainda trabalhou com eles questões de biodiversidade.

Educação Infantil
Visita a Toca da Raposa
Visita a Toca da Raposa #1
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Visita a Toca da Raposa #3
Visita a Toca da Raposa #4

Visita a Toca da Raposa

Recentemente, as alunas e os alunos do Jardim II fizeram uma saída pedagógica para o Centro de Lazer e Cultura Toca da Raposa. Localizado no município de Juquitiba, a 60 km de São Paulo, o local tem como proposta ser um espaço de vivência com a natureza, tanto com as plantas quanto com os animais. Nos meses de abril e maio, especialmente, também se transforma em um ambiente para que as crianças possam conhecer mais sobre a cultura indígena pela presença dos índios da etnia Kuikuro, que habitam o alto Xingu, no estado de Mato Grosso. 
 
No dia que estiveram lá na Toca, as crianças participaram de inúmeras atividades. Em um local com ocas e muitas árvores ao redor, recriando as antigas habitações onde os índios moravam, foi feita a apresentação dos índios. O cacique fez a abertura da cerimônia contando como ele e as outras pessoas da sua tribo vivem o dia a dia lá em Mato Grosso. Falou também sobre a preservação da cultura dos seus antepassados, como as pinturas corporais e a dança, através das gerações e ainda desmistificou  o uso celulares, computadores e roupas pelos índios.
 
Após a fala do cacique, as mulheres, homens e crianças da aldeia dançaram e convidaram os alunos do Elvira a se juntarem a eles para aprender alguns passos.

Nessa oportunidade de vivenciar a cultura indígena de perto, os alunos puderam até apreciar a refeição tradicional dos Kuikuros: tapioca com peixe e ainda tiveram a oportunidade de fazer pinturas corporais.

A próxima atividade feita foi a “Quem é índio?” com a proposta de romper com preconceitos sobre esse povo logo na infância. Um dos instrutores fez uma dinâmica com os alunos mostrando que índio não só aquela pessoa que usa cocar e tem pinturas no corpo. 
 
Em meio a tantas atividades educativas, as crianças também aprenderam brincando. Elas conheceram brinquedos típicos da cultura indígena, como arco e flecha e maraca (chocalho), e tiveram momentos divertidos brincando e sabendo a história de cada um deles.

Antes de ir embora, as alunas e alunos passaram pela feira de artesanatos onde puderam adquirir adereços, adornos e brinquedos confeccionados a mão pelos próprios índios, levando uma lembrança dessa experiência para casa.

Fundamental I
Imersão na cultura indígena
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Imersão na cultura indígena #5

Imersão na cultura indígena

Dentre as atividades desenvolvidas nos meses de abril e maio sobre a cultura indígena, o Colégio Elvira teve a oportunidade de receber um integrante da tribo Fulni-ô - única aldeia indígena no Nordeste que conseguiu manter viva sua língua materna, Yaathe, até hoje. 

Foi com camiseta do super-herói Capitão América, um cocar imponente na cabeça, pinturas e adereços pelo corpo que o índio Kekleyniho adentrou no auditório e se apresentou para as alunas e alunos do 1º ao 5º ano do Fundamental I.

Além de conversar com as crianças, ele dançou e cantou músicas tradicionais da sua tribo, transmitindo as vivências cotidianas da sua aldeia. Com o uso da maraca (chocalho) que ele trazia em mãos, ele conseguiu ainda fazer com que os alunos se aproximassem e interagissem ainda mais.

Através dessa dinâmica, ele pode desconstruir diversos esteriótipos sobre os índios. Kekleyniho explicou, por exemplo, que na sua aldeia, os índios moram em casa de alvenaria e não mais em oca, como era antigamente, e também falou do uso de roupas e aparelhos eletrônicos. “O índio não deixou de ser índio por isso. Nós também podemos e usufruímos do conforto da cultura do branco”.

A coordenadora pedagógica do Fundamental I, Roseli Neumitz, afirma que a visita dele foi importante em diversos aspectos. “Para as crianças, isso fez um gancho, principalmente, com o que elas estão aprendendo em história e geografia. Uma das salas inclusive estava trabalhando plantas medicinais e foi possível fazer essa ligação também”. Mais do que agregar para o estudo, essa visita desenvolveu nas crianças o respeito pela cultura do outro. “A proposta do Elvira é fazer as crianças olharem para si e para o outro e reconhecerem que as pessoas são diferentes e que existe espaço para todos na sociedade. É importante a escola proporcionar esse encontro para as crianças, desde cedo, para aprenderem a valorizar outras culturas e acabar com o preconceito”.
 
Inclusive, uma das razões que motivam Kekleyniho a fazer essa longa viagem saindo da sua tribo localizada em Águas Belas - um município do interior do estado de Pernambuco - para São Paulo, é romper com esses estigmas em relação à cultura indígena. 
 
Questionado sobre o maior desafio de levar a cultura indígena para as escolas, ele aponta o trabalho individual, mas declara que apesar da dificuldade essa é uma tarefa necessária para um futuro sem preconceitos. “Para nós [índios], é uma prioridade passar essas informações ao ‘branco’ para que ele não tenha preconceito com membros da nossa etnia futuramente”. No auge dos seu 31 anos, Kekleyniho conta ainda que desde muito cedo saiu da sua tribo para fazer esse trabalho. “Já são 20 anos de viagens dedicados a conscientização”. 
 
Outro motivo que o faz precisar sair da sua aldeia é o aspecto financeiro, que segundo ele, é o principal. Afinal, nessas visitas eles vendem o artesanato produzido pelos próprios índios, que é uma das únicas fontes de renda para a tribo.
 
Se você ficou interessado em conhecer mais sobre a cultura da etnia Fulni-ô, assista essa reportagem produzida pela TV Brasil: 
https://www.youtube.com/watch?v=M3YSq-cePSM#t=530
 

Todos
Educadores fazem curso de Arduino
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Educadores fazem curso de Arduino #10

Educadores fazem curso de Arduino

O uso de tecnologia é um eixo muito importante para o novo cenário de aprendizado que o Elvira está construindo. Por isso, os professores estão sendo incentivados a aprender e desenvolver projetos eletrônicos em sala de aula, mesclando-os com as matérias curriculares. Neste mês de maio, inclusive, aconteceu no Colégio o primeiro curso livre de Arduino e Scratch para educadores, promovido pelo Fractal.
 
Basicamente, Arduino é uma plataforma de hardware e software abertos que simplifica a criação de projetos de automação e robótica. Neste primeiro momento, o curso trabalhou os conceitos básicos e intermediários dessa plataforma e da linguagem de programação Scratch 2.0 e Scratch for Arduino (S4A).
 
Quem mediou esse curso foram os profissionais: Elio Molisani, mestre em Física pela UFRGS, e Marisa Cavalcante, doutora em Física pela PUC-SP, ambos com experiência na área de Tecnologia da Educação. Elio afirma que os educadores superaram as expectativas e aponta o engajamento como o motor principal para isso. “Eles criaram projetos além do esperado. Até já construíram carrinhos. Apesar do pouco tempo de aula, eles desenvolveram esquemas bem complexos, devido ao envolvimento na atividade”. 
 
Além dos professores do Elvira, educadores de outros colégios participaram do curso. Gisleine Bezerra, do Colégio Interativa de Londrina/PR, veio para cá justamente para isso. Dessa experiência, além do repertório adquirido, levou dois kits de Arduino para trabalhar com seus alunos.
 
O próximo passo dessa proposta de formação será o curso de Arduino avançado. Nele, será ensinado sobre os diferentes tipos de sensores (temperatura, distância, som e iluminação) e como desenvolvê-los, na prática, com os alunos na forma de projeto educacional. Elio Molisani mencionou que “com o Arduino é possível criar projetos de estações meteorológicas, acessibilidade e arte interativa”.  
 
Depois do segundo curso, a ideia é que sejam feitas oficinas com módulos temáticos para suprir as dúvidas dos professores. 
 

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Elvira no ICLOC
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Elvira no ICLOC

Nesse último sábado, dia 14 de maio, o Elvira participou do ICLOC - um Congresso realizado no Colégio Dante Alighieri, cujo objetivo é possibilitar o compartilhamento de atividades desenvolvidas em salas de aula entre profissionais da área da educação. Nessa ocasião, os nossos professores apresentaram 10 trabalhos, dos mais variados temas, que contemplaram projetos realizados do Ensino Infantil ao Ensino Médio.
 
O diretor do Elvira, Renato Júdice, ressalta que o ponto marcante dessa edição “foi, sem dúvida, a presença de funcionários de setores diversos do Colégio em um evento de caráter pedagógico. Isso é um marco importante para a Instituição mostrando o alcance efetivo da mudança cultural que foi programado no começo do ano para a escola, em que um dos pontos principais era a construção do senso de comunidade no Elvira”.
 
A coordenadora de relacionamento, Gabriela Destro, concorda com os pontos levantados pelo diretor e acrescenta ainda que “é importante a participação dos funcionários não só nesse evento, mas é interessante que participemos de tudo. Nós não temos que pensar que não cabemos ‘nesse’ lugar só por não fazermos parte da área pedagógica, pelo contrário”.
 
Além da troca de experiências no âmbito pedagógico, Renato vê, nesse encontro possibilitado pelo ICLOC, uma oportunidade de encontrar pessoas e instituições que pensem a educação de forma semelhante a entendida pelo Elvira. Por isso, segundo ele, futuramente pensa até mesmo em criar uma aproximação maior entre essas escolas com objetivo de promover a transformação no modo de pensar a educação.

Ensino Médio
Matemática no dia a dia
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Matemática no dia a dia

Tarifa de táxi e conta de luz são alguns casos em que a equação de 1º grau pode ser aplicada no nosso dia a dia. O professor de matemática, Adrian Fuentes, utilizou exemplos como esses, presentes no cotidiano dos próprios estudantes, para elaborar problemas matemáticos a serem resolvidos pelas alunas e alunos da 1ª série do Ensino Médio usando essa sentença. Por meio dessa iniciativa, cria-se não só uma relação de sentido muito mais real para o que eles estão aprendendo, como também aumenta o interesse pelo assunto.
 
Para tornar a aula ainda mais atrativa e dinâmica, a sala foi divida em regiões temáticas e foi feito uso de tablets - um recurso da metodologia de Ensino Híbrido. Em cada uma das partes, o assunto equação foi abordado de uma maneira diferente e os estudantes tiveram um determinado tempo para solucionar os problemas. Além de tarifa de táxi e conta de luz, eles aplicaram funções de 1º grau para resolver casos de cobrança de telefone e salário comissionado - aquele em que um profissional recebe bônus de acordo com a produtividade e é necessário avaliar, dentro desse parâmetro, o que acontece quando um valor (comissão) cresce ou diminui.
 
Para o professor Adrian, “a forma como a aula acontece cria situações para que o aluno aprenda a utilizar as ferramentas tecnológicas como fonte de conhecimento, além de auxiliá-lo a administrar o seu tempo. Essa dinâmica gera um portfólio individual dos alunos para o professor, o que possibilita diagnosticar as necessidades específicas de cada um”.

Todos
Family Day
Family Day #1

Family Day

Diferente das edições anteriores, o Family Day deste ano - que aconteceu no último sábado (30/04) - teve como proposta trazer as famílias para dentro da escola e também estimular a brincadeira com os filhos por meio de oficinas e jogos. Como explica a responsável pela área de Projetos Culturais do Elvira, Ana Cristina Souza, “não foi um dia de apresentação de trabalho, como alguns achavam que seria, mas de participação, para que as famílias brincassem junto com seus filhos. Foi um jeito não só de desconstruir um hábito, mas de substituí-lo por um novo conceito.”
 
Aconteceram oficinas de desenho, corrida de avião de papel, criação de brinquedos com sucata, vôlei com pais e professores, campeonato de pebolim, entre outras atividades. Com isso, a ideia do Colégio foi proporcionar um momento para estimular o brincar, ao passo que aproximava todos de atividades simples e divertidas, num momento de descontração. A integração da família e da escola é importante para a formação do alunado.   
 
Embora o Family Day aconteça uma vez por ano, o espírito de trabalho desenvolvido no evento norteia o que o Colégio pretende traçar ao longo do processo letivo, como a conscientização sobre reutilização de materiais, tecnologia presente na educação e o ideal da comunidade mais perto e atuante na escola. “Queremos uma escola menos imposta e mais construída”, reforça Ana Cristina, sobre o conceito do evento. 

Fundamental I
Feira de brinquedos
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Feira de brinquedos #6

Feira de brinquedos

O Dia Mundial das Boas Ações - comemorado normalmente no dia 10 de Abril - foi celebrado com uma feira de troca de brinquedos entre as alunas e alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I. É a primeira vez que uma atividade como essa acontece no Colégio, e uma série de ações ainda serão desenvolvidas ao longo do ano, dando continuidade ao projeto. O próximo passo, inclusive, será realizado no Family Day, que acontecerá no dia 30 de abril.
 
O local escolhido para a realização da feira foi a pracinha do Colégio. Lá, as crianças se reuniram em roda e colocaram os brinquedos que tinham trazido de casa em uma caixa, marcando o momento do desapego e a disponibilidade deles para todos. Os educadores que acompanharam a atividade comentam que em nenhum momento houve conflito e que as alunas e alunos respeitaram as escolhas de cada um dos colegas.
 
Kátia Campanile, responsável pela área de Projeto Sociais do Elvira, afirma que “a ideia por trás desse projeto é a valorização das brincadeiras, trabalhando aspectos emocionais interligados ao brinquedo, a importância que ele representa para a socialização entre crianças e as famílias, além do consumo consciente.”. Antes do evento acontecer, os educadores trabalharam, em sala de aula, esses valores com os alunos, explicando  a relevância do ato da troca.
 
A ideia ganhou vida por meio da Atados, uma rede social que conecta voluntários a entidades. Por ali, Kátia encontrou a designer Tatiane Nakasome que queria realizar uma feira de brinquedos e contribuiu com a realização do evento aqui no Colégio. Além de fazer arte para divulgação e ajudar na organização, ela ainda trouxe dois educadores, a Juliana Gouveia e o Douglas Leal, do projeto Vai-e-Vem Brasil, que fizeram uma dinâmica com as crianças para trabalhar o senso crítico sobre o consumo, o descarte, o reuso de materiais e a reciclagem.
 
Em um bate-papo com as crianças depois do evento, elas contaram que gostaram muito da atividade e que, para próximas edições, desejam aprender a criar e consertar brinquedos. Quando questionadas sobre O que vocês acham de trocar ao invés de comprar? elas ressaltaram pontos como “não gasta muito dinheiro” e “acumula menos coisas em casa que a gente não usa”. Inclusive, foram enfáticas ao comentar que possuem muitos brinquedos, mas que por não brincarem mais, eles acabam se tornando decoração no quarto. Esses depoimentos e impressões indicam a relevância do projeto, pois permitem questionamentos e reflexões acerca do excesso, da propriedade e do consumo, conceitos que fundamentam a sociedade contemporânea.

Educação Infantil
Minhocário do Elvira
Minhocário do Elvira #1
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Minhocário do Elvira #4
Minhocário do Elvira #5

Minhocário do Elvira

Alunas e alunos do Ensino Infantil põem a mão na terra e constroem composteira
 
Os pequenos alunos e alunas do Jardim II mostram que também podem ser protagonistas de seu aprendizado. Durante o estudo sobre reciclagem, eles perguntaram se haviam animais capazes de “reciclar” o lixo orgânico e isso acabou motivando a professora Juliana Cipriani a criar um planejamento de aula dessa questão. Propôs, então, que juntos construíssem uma composteira - carinhosamente chamada também de Minhocário – e aproveitou para falar sobre alguns tipos de solo.
 
Nas aulas, as crianças estão aprendendo sobre as características do solo humoso e do arenoso, comparando-os e percebendo as suas diferenças. Faz parte disso também a exibição de vídeos, para mostrar quais são e como vivem os animais que habitam cada um desses locais.
 
Embora, as turmas da manhã e tarde tenham o conteúdo sobre os dois solos, a professora percebeu interesses distintos nas turmas, por isso resolveu aprofundar o tema conforme a curiosidade de cada grupo. Na manhã, ela notou uma vontade maior de conhecer o minhocário, enquanto a turma da tarde já quer saber mais sobre o solo arenoso e a vida das tartarugas nesse meio. Outros educadores também estão se engajado no projeto com a professora Juliana e criando pontes para as suas disciplinas tendo como centro o Minhocário.
 
Com a composteira montada, a ideia agora é que todos estudantes do Colégio se apropriem dela. O 3º ano do Fundamental, por exemplo, já está dando início a um projeto de conscientização e recolhimento de materiais orgânicos, em que fazem a coleta por toda a escola e interagem com as demais séries; em seguida levam esses resíduos e os depositam na composteira. Futuramente a escola terá também uma horta móvel e todo o adubo produzido no Minhocário será usado no cultivo das hortaliças.
 

 

Todos

Compartilhando práticas de sala de aula

No dia 14 de maio, o Colégio Dante Alighieri sediará a 8ª edição do Congresso ICLOC (Instituto Cultural Lourenço Castanho), um evento no qual educadores de diversas instituições têm a oportunidade de apresentar e compartilhar suas práticas de sala de aula com outros colegas de profissão. Com a realização anual desse Congresso, o Instituto pretende contribuir com o aperfeiçoamento da educação brasileira, não só com a apresentação dos trabalhos, como também com as conversas e trocas de experiências. Mas além de professores de escolas públicas e privadas, os gestores educacionais, as famílias de alunos e demais cidadãos interessados em educação estão convidados a participar do evento.
 
De acordo com o Instituto, nessa edição de 2016 serão apresentados 670 trabalhos, sendo que desses, 11 são do Colégio Elvira Brandão. Os temas são os mais variados e contemplam todos os ciclos da educação básica, com projetos feitos do Ensino Infantil ao Médio.
 
No Congresso, cada trabalho tem 25 minutos para ser exposto e a apresentação pode ser feita por um grupo de até 3 educadores. O evento será organizado por sessões que serão formadas por até quatro trabalhos com temáticas semelhantes, de preferência realizados em diferentes escolas. Em seguida, haverá um debate de meia hora coordenado por um mediador.
 
Para saber mais sobre o VIII Congresso ICLOC, acesse: www.icloc.org.br

Ensino Médio
E fez-se a luz!
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E fez-se a luz!

Alunos do Ensino Médio constroem lanternas em aula sobre eletricidade
 
A mais recente aula prática de Física do 3º colegial teve momentos de muita empolgação. Desafiados a criar uma lanterna em uma das atividades, os alunos se engajaram na construção e assim que as lâmpadas acenderam, a satisfação deles veio à tona na forma de aplausos e sorrisos orgulhosos.
 
Essa ideia de aliar a teoria à prática foi da professora Dayane Faria. A dinâmica criada por ela foi composta por 3 mesas com diferentes tarefas, baseada no Ensino Híbrido, por meio do qual, os alunos são divididos em estações rotativas de atividade. Nesse caso, cada exercício tinha 25 minutos para ser realizado. Assim que terminassem a proposta daquela mesa, os alunos se encaminhavam para a mesa seguinte e assim por diante.
 
Alguns minutos antes de ir ao L@B Criativo, onde a dinâmica seria realizada, a professora passou em sala de aula um roteiro do que precisaria ser feito, apenas para guiá-los, já que a ideia é que eles ficassem livres durante o processo.
 
Os alunos chegaram no laboratório e lá se deparam com as mesas de atividade. Sob uma delas havia uma fonte voltaica, na qual um resistor estava conectado. A intenção era que eles acompanhassem o crescimento da corrente conforme mudavam a tensão. Nessa mesma mesa, havia um Ipad em que assistiam a um vídeo que mostrava como identificar a resistência por meio das cores do resistor. Em outra estação, a proposta era aprender como usar o voltímetro. Com um circuito simples, formado por uma lâmpada e uma pilha, os estudantes tinham que descobrir a tensão, corrente e resistência. Na última mesa foi hora de soltar a criatividade para a criação das lanternas. Eles tinham interruptores, pilhas e fios a disposição, além de materiais recicláveis para criar a estrutura e decoração da lanterna.
 
Para a educadora, esse tipo de atividade dá um grande significado para o aprendizado. “Se não tem essa parte experimental, exige demais do poder de abstração dos alunos. Às vezes, chega a um ponto que se torna muito complicado acompanhar a matéria e tudo acaba se resumindo em fórmulas”.
 
Na aula seguinte foi o momento de analisar como esses conceitos funcionavam na parte teórica, detalhando as funções de cada item que faz parte de um circuito elétrico. Fechando essa etapa, o próximo passo para concluir a matéria  será a construção de um gráfico com os dados coletados na dinâmica pelos alunos. A professora Dayane Faria pretende mostrar com isso o comportamento da resistência.

 

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Mais uma forma de ensinar
Mais uma forma de ensinar #1
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Mais uma forma de ensinar #6

Mais uma forma de ensinar

Professores recebem orientação para aplicar o Ensino Híbrido em sala de aula

        A integração das tecnologias digitais no processo de aprendizagem é a proposta do Ensino Híbrido, também conhecido pelo termo em inglês blended learning. Essa é uma metodologia que vem sendo aplicada em algumas escolas brasileira nos últimos anos, tornando-se mais uma ferramenta de ensino para ser usada em sala de aula.

       Para apresentar o conceito às professoras e professores do Ensino Fundamental II e Médio, já que essas turmas começaram a utilizar essa metodologia esse ano, discutir seu funcionamento e possibilidades de utilização em suas aula, as educadoras Cláudia Pantojo e Luciana Lourenço, que lecionam para as turmas do Ensino Fundamental I, prepararam uma atividade teórica e prática.

https://ci6.googleusercontent.com/proxy/RnNZfQn2o2xpggJQqefCOervMbPIci5mujDPJnvl43kv6Rtxjyh5gHN_JKVzeU-aaGz3pePFgxfoAAtZJZNx8mveVTc-11j98EfuAJVcumUenA=s0-d-e1-ft#https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif     Primeiro as educadoras deram um panorama da parte teórica desse método, de como ele surgiu e quais são os diferentes tipos de modelos. Em seguida, passaram dois vídeos, um que mostrava a "rotação individual" e um que mostrava "rotação por estações", dando exemplos de atividades que vem sendo realizadas com as crianças do Fundamental I (do 1º ao 5º ano), desde agosto do ano passado.

    Ao longo desse processo surgiu preocupação quanto ao tempo disponível para aplicação do método, como no Ensino Fundamental II e Médio há professores específicos para cada matéria, o tempo disponível para a atividade é o tempo da aula, ou seja 50 minutos, o que consideraram pouco para realização dessa dinâmica. Discutiu-se então a possibilidade de firmar parcerias entre os professores, buscando intersecções nos conteúdos trabalhados e assim unindo o ensino híbrido à interdisciplinaridade. 

      Depois desse momento de troca de informação, foi hora das professoras e professores se colocarem no papel das alunas e alunos e vivenciarem na prática o Ensino Híbrido. A dinâmica consistia em 4 estações que, de diferentes formas, trabalhavam a adição. Em uma das mesas havia o uso de tablet e material dourado para resolver operações de soma; na outra havia o jogo de dados, no qual aquele que somasse o maior número em 4 jogadas, vencia; também teve sorteio de número com representação por meio do material dourado e ainda o boliche, com a proposta de aprender adição brincando, somando os pontos das jogadas.

       Para a Coordenadora Pedagógica e Educacional do Ensino Fundamental e Médio, Rosângela Ferneda, esse método é mais uma forma de amparar o trabalho do professor em sala de aula. “Na medida em que você tem uma estruturação e formatação desse ambiente [sala de aula], nós deixamos o modelo tradicional, onde uma carteira fica atrás da outra. Conforme você rompe com isso, rompe com a própria aula de modelo tradicional. O Ensino Híbrido surge nesse momento exatamente para ajudar o professor como instrumento. É uma metodologia diferenciada para facilitar esse aprendizado do aluno. Você não fica preso à sala de aula, nem ao espaço”.

      Quem também esteve nessa reunião e considerou a proposta muito produtiva foi Rodrigo Abrantes, professor de História e membro do curso “Ensino Híbrido: Personalização e Tecnologia na Educação”, da Fundação Lemann. “Eu estive no Elvira quando a Celise Correia (gestora de Tecnologia Educacional) começou. Hoje eu voltei e vi que teve um processo de transformação que ocorreu com as professoras e professores e tem um processo de questionamento proveniente da prática deles. Com certeza isso está sendo transmitido para os alunos, e a comunidade escolar irá se beneficiar e colherá bons frutos”.

       Para dar sequência ao que foi passado nessa reunião, toda quarta-feira os professores vão se reunir para trocar experiências da aplicação dessa metodologia em sala de aula. Quanto às famílias, estas também serão convidadas, em breve, para uma reunião sobre o que é e como o Ensino Híbrido está sendo aplicado no Fundamental I.

 

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Redescobrindo o fogo
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Redescobrindo o fogo

Na mescla de aula de História com Física, estudantes tentam produzir fogo e refletem sobre o impacto dessa grande conquista para a humanidade

Um isqueiro produz fogo de uma maneira tão rápida que, atualmente, nem se quer paramos para pensar o quão difícil seria criar uma chama a partir de materiais disponíveis na natureza. Ao tratar da Idade das Pedras, o professor de História, Rafael Villares, propôs um desafio aos seus alunos: voltar aos primórdios e tentar fabricar fogo com uso de alguns pedaços de madeira. Dessa forma, além de entenderem, a importância sobre o domínio da produção dessa tecnologia para o Homem pré-histórico e a civilização, os alunos ainda assimilaram alguns conceitos de geração de calor e eletricidade.

Na primeira etapa dessa dinâmica, os alunos tiveram acesso apenas a madeira, gravetos, bambu e palha. Os objetos foram entregues para a turma e eles ficaram livres para soltar o instinto humano. Alguns esfregaram os gravetos um contra o outro e outros até chegaram a usar a furadeira do L@B Criativo para adaptar a madeira, criando um furo em um dos pedaços para encaixar a outra parte e melhorar o atrito. No entanto, o mais curioso, segundo o olhar do professor, foi a expressão corporal nessa dinâmica, já que tiveram adolescentes que ficaram de cócoras enquanto friccionavam os gravetos enquanto outros se deitaram no chão para poderem assoprar a palha”. Rafael comenta ainda que “embora os alunos não tenham tido sucesso nessa fase, eles não ficaram frustrados. Pelo contrário, eles se sentiram muito mais motivados a encontrar uma forma de chegar ao objetivo final”. 

No segundo momento, a professora de Física, Dayane Faria, deu um gás a mais na atividade e trouxe um suporte para lentes, 2 pilhas e palha de aço.  Ela afirma que “essa atividade foi muito interessante, pois eles estão estudando essa parte de óptica nas aulas de Física. Eu não precisei falar nada quando trouxe o suporte da lente, eles viram o objeto na mesa e automaticamente pegaram a lupa para concentrar os raios solares na palha e gerar o fogo”. Primeiramente, eles tentaram usar o instrumento apenas segurando com as mãos, mas a professora explica que não há sucesso nesse caso, pois “ao tremer, a lente desvia o foco e os raios luminosos não se concentram em um único ponto para produzir calor”.

Já no caso da palha de aço o processo não foi tão intuitivo. Mas, com orientação da professora Dayane, os alunos perceberam que o fio da palha de aço conectado com as pilhas começava a produzir algumas faíscas. Para aproveitá-las melhor, eles decidiram colocar palha e, para alegria dos alunos, as chamas finalmente apareceram! Por meio disso, foi possível introduzir brevemente explicações à 1ª série de como e por qual razão isso acontecia: “a pilha gera uma corrente elétrica que começa a atravessar o fio, e por ele ser muito fino fica sobrecarregado de carga e aqueça ao ponto de soltar faíscas”.

Para o professor de História, idealizador da atividade, “o grande objetivo dessa atividade, era que os alunos passassem a ter consciência de que a produção do fogo foi um processo, pois quando se fala nas aulas sobre esse assunto, parece que foi um acontecimento muito simples. Quando na verdade, se trata de um longo processo, assim como muitos outros que vamos estudar ao longo da disciplina”.

 

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Inauguração do L@B Criativo
Inauguração do L@B Criativo #1
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Inauguração do L@B Criativo #3
Inauguração do L@B Criativo #4
Inauguração do L@B Criativo #5

Inauguração do L@B Criativo

Ontem foi um dia de muita comemoração no Elvira, pois nasceu o mais novo ambiente do Colégio: o L@b Criativo! Com o objetivo de promover a cultura da criação tanto nos processos educacionais quanto no dia a dia das pessoas, o espaço é mais uma das iniciativas formadoras proporcionadas pela escola.

Na parte da manhã e da tarde, os alunos e funcionários ficaram livres para conhecer melhor o espaço e as ferramentas. Em um segundo momento, a inauguração foi direcionada para os professores. O diretor Renato Júdice de Andrade falou com os educadores a respeito da importância desse projeto no currículo escolar e sobre os cursos que eles receberão a partir das próximas semanas.

Em seguida, foi a hora dos professores conhecerem todos os equipamentos que estarão disponíveis para serem usados nas aulas e também de mexerem em um modelo de impressora 3D, trazida por uma empresa fabricante dessa máquina. Com essa tecnologia é possível criar protótipos e assim dar vida as mais diferentes ideias de objetos. Os educadores passaram também por orientação de profissionais que instruíram como planejar e organizar as atividades que serão feitas no L@b Criativo.

Além dos professores, contamos com a presença de outras figuras importantes na inauguração, como empresas e outras escolas. Faz parte do projeto trazer pessoas da comunidade externa para firmar parcerias e compartilhar as experiências que o novo ambiente propiciará.

 

Fundamental II
Matemática muito além da teoria
Matemática muito além da teoria #1
Matemática muito além da teoria #2
Matemática muito além da teoria #3
Matemática muito além da teoria #4
Matemática muito além da teoria #5
Matemática muito além da teoria #6

Matemática muito além da teoria

Com ajuda de um simples barbante e alguns objetos encontrados dentro do Colégio os alunos puderam testar conceitos matemáticos

Dentre as habilidades dos estudantes do 8º ano já era previsto o domínio do conceito geométrico “circunferência”, a fim de garantir uma melhor fixação do conteúdo e maior envolvimento com ele, o professor de matemática Pedro Robert encontrou uma maneira criativa de trabalhá-lo.

As circunferências apresentam uma relação de medidas entre o comprimento e o diâmetro que resulta no famoso número π (lê-se pi) que vale aproximadamente 3,14. O mais curioso é que essa relação existe em toda circunferência e resulta sempre nesse mesmo número, independente dos valores de comprimento e diâmetro. Para instigar a curiosidade dos alunos, propôs que testassem essa relação de medidas na prática, tendo como instrumento um barbante e uma régua e o espaço do Colégio. A atividade se assemelha com os experimentos feitos nos inícios da investigação matemática, assim os alunos se aproximam da confirmação de teorias pela qual os próprios matemáticos passaram. 

Primeiramente, os estudantes foram separados em grupos e desafiados a sair pelo Colégio com seus barbantes e réguas, eles deveriam medir 10 objetos que tivessem o formato de circunferência. Os mais requisitados foram os banquinhos e as mesas da praça, vasos, extintores de incêndio e até os troncos das árvores que tiveram suas respectivas medidas de comprimento e diâmetro registradas e anotadas em uma tabela. 

Com os dados em mãos, os alunos voltaram para as salas de aula e puderem testar se, de fato, os números coletados resultariam no PI. Ao calcular veio a confirmação, a partir de suas próprias pesquisas, chegaram ao mesmo resultado que os antigos matemáticos e comprovaram, de forma empírica, a existência da célebre relação entre comprimento e diâmetro.

Para o professor Pedro, “essa é uma forma dos alunos poderem conferir com suas próprias experimentações como isso pode ser usado no dia a dia dando significado ao que aprendem na teoria, fazendo a associação de um número aprendido por meio de um exercício prático”.

Todos
A ideia por trás do L@B Criativo
A ideia por trás do L@B Criativo #1
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A ideia por trás do L@B Criativo #9

A ideia por trás do L@B Criativo

Novo espaço no Colégio Elvira Brandão nasce com objetivo de estimular a criatividade das pessoas, ficando aberto tanto para o uso dos alunos quanto da comunidade

L@b Criativo, o mais novo ambiente do Elvira, planejado para ser um local em que as pessoas possam explorar seu lado criador com todo o suporte para isso.      

A ideia para construir esse ambiente criativo surgiu a partir da soma de dois conceitos: o Espaço Maker e o Fab Lab. O primeiro tem a proposta de ser um local de que quem o frequenta possa desenvolver qualquer ou praticamente qualquer projeto que tenha em mente com as próprias mãos. Já o outro, que também tem esse foco, tem o adicional de envolver ferramentas digitais para auxiliar nessas atividades.

O diferencial aqui é que essa proposta será integrada ao currículo, ou seja, não será apenas um espaço extra do Colégio para utilização dos alunos, mas algo que estará incorporado as demais matérias. A partir de março, os professores receberão cursos e orientações de projetos para desenvolver com as crianças e adolescentes nas aulas para assim cada vez mais incentivarem o espírito inventor dos estudantes e isso se fortalecer como uma cultura do ambiente escolar.

Além da criação livre, outro ponto inovador atrelado ao L@b Criativo e seu conceito é o de colaboração, por isso todos os recursos estarão disponíveis para uso tanto dos alunos do Elvira quanto para quaisquer outras pessoas da comunidade ou do bairro próximo ao Colégio. “Se a pessoa tem uma ideia e estruturar o projeto, ela terá nesse espaço a oportunidade de traze-lo à realidade”, explica a gestora de Tecnologia Educacional, Celise Correia. Ainda segundo Celise, o Colégio realizará um Open Day, um dia aberto para a comunidade, e fará parceria com ONGs e escolas públicas para que eles possam utilizar de todo os instrumentos e ainda façam projetos colaborativos com os estudantes do Elvira Brandão.

Fundamental I
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido!
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido! #1
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido! #2
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido! #3
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido! #4
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido! #5
Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido! #6

Turmas de 1º ano experimentam o Ensino Híbrido!

As turmas de 1º ano do Ensino Fundamental I estão trabalhando  com a metodologia do Ensino Híbrido. Esse método  alterna o estudo individual - em ambientes digitais, principalmente - e em grupo, com interações do professor e dos colegas. As professoras da manhã e tarde realizaram, na última quinta-feira, exercícios de sondagem em Matemática a partir do modelo de rotação individual. 
 
Durante 50 minutos, as crianças trabalharam, em quatro estações que exigiam diferentes habilidades: conhecimento dos números, sequências númericas e formas geométricas. Nesse modelo, além de demonstrar suas preferências individuais, os alunos deveriam controlar o tempo de realização de cada uma das atividades, trabalhando, assim, além das competências matemáticas, a autonomia e criatividade. 
 
A partir dos diagnósticos obtidos com essa sondagem, as professoras traçarão um planejamento mais próximo das necessidades dos alunos e de acordo com a nova proposta pedagógica do Elvira Brandão

Integral
Começam as atividades do Novo Integral!
Começam as atividades do Novo Integral! #1
Começam as atividades do Novo Integral! #2
Começam as atividades do Novo Integral! #3
Começam as atividades do Novo Integral! #4
Começam as atividades do Novo Integral! #5
Começam as atividades do Novo Integral! #6
Começam as atividades do Novo Integral! #7
Começam as atividades do Novo Integral! #8

Começam as atividades do Novo Integral!

O Novo Integral é mais um projeto do Elvira para desenvolver os alunos em sua totalidade, trabalhando linguagens artísticas, corporais e tecnlógicas. As atividades, que acontecem no contraturno, reorganizam espaços e conteúdos com os alunos de 1º a 6º ano do Ensino Fundamental, em dois ciclos multiseriados.
 
Fazendo uso intensivo de novas tecnologias e de uma vivência na Língua Inglesa, as turmas do Integral irão participar, em 2016, de atividades como contação de histórias, culinária, produção para rádio e tv etc. Nas atividades de Rádio e TV, por exemplo, os alunos estão pesquisando o universo audiovisual, a fim de desenvolver roteiros, vinhetas, trilhas e efeitos sonoros.
 
Além destes momentos, os professores responsáveis orientam os estudos dos alunos, com momentos programados para realização de lições de casa e apoio em métodos de estudos e organização pessoal.

Ensino Médio
Pintando as parcerias
Pintando as parcerias #1
Pintando as parcerias #2
Pintando as parcerias #3
Pintando as parcerias #4
Pintando as parcerias #5
Pintando as parcerias #6
Pintando as parcerias #7
Pintando as parcerias #8
Pintando as parcerias #9
Pintando as parcerias #10

Pintando as parcerias

Quando o desafio de transformar a escola é aceito, sendo essa transformação conceitual, física e relacional, é necessário entrar de cabeça e colocar a mão na massa.
 
Ter consciência da necessidade de mudança e da construção de uma escola que tenha o aluno como centro é um começo importantíssimo, mas a transformação só ocorre e se concretiza de fato quando as palavras e a consciência são consolidadas em ações. Ações estas que permeiam todos os espaços e momentos da escola: desde os pequenos diálogos travados com os alunos no dia-a-dia, até as tomadas de decisões estruturais e institucionais.
 
No espaço físico, apenas pintar os muros com cores diferentes daquelas anteriores não é suficiente. A cor não faz mudança sozinha, porque a mudança ocorre a partir das relações estabelecidas entre esses muros, essas cores e as pessoas que verdadeiramente vivem esse espaço, com suas opiniões, subjetividades, desejos, críticas e tudo o que caracteriza a complexidade de ser um ser humano em formação.
 
Pois bem, se queremos transformar, o núcleo das transformações deve ser justamente esse sujeito que se relaciona tão intrinsecamente com esse espaço: o aluno.
 
Pensando nisso, foi realizada uma parceria, a partir do segundo semestre de 2015, com os alunos que, em 2016, estariam no ensino médio. Juntos refletimos sobre a sala de aula que conheciam, o que ela representa e como poderia ser diferente.
 
Fizemos uma conversa inicial, para ouvir aquilo o que pensavam sobre a sala de aula que tinham até então, comum à maioria das escolas, e suas falas não foram uma surpresa: era um espaço com o qual não se identificavam, pois era estático, com raros estímulos e pouco acolhedor. O questionamento deu espaço para os desejos: uma sala com cores, jovem, confortável, com movimento e mais possibilidades. Sem esquecer, claro, de um número maior de tomadas, para que pudessem carregar seus celulares.
 
Foi combinado que os alunos procurariam por referências de ambientes que lhe agradavam, enquanto a Fernanda, a artista plástica que cuida dos espaços da escola, também criaria um projeto, a partir da fala dos alunos.
 
No próximo encontro, como combinado, Fernanda apresentou o projeto desenvolvido. Os alunos, no entanto, não trouxeram suas referências - talvez ainda imersos em uma realidade escolar que toma as decisões sem escutar os alunos, muito diferente daquela que estamos construindo.
 
O projeto foi aprovado e a empolgação tímida surgia aos poucos entre os alunos. O desafio proposto permanecia: um espaço da sala estava vazio no projeto, pois seria um ponto arquitetado pelos alunos.
 
Cada sala criou seu projeto, com a liberdade de fugir ao convencional, se desejassem. Além disso, uma das paredes da sala também ficou livre para criação única dos alunos. O ano de 2015 chegou ao fim, mas com a expectativa das novas mudanças que viriam.
 
No dia 11 de janeiro de 2016, no auge de suas férias, alguns alunos dessas turmas vieram à escola, para escolher a cor da estampa de seus móveis e as cores de tinta necessárias para a pintura da parede personalizada.
 
Dois dias depois, após as tintas serem providenciadas, os alunos vieram à escola para pintar suas paredes. Tiveram como professores os funcionários da manutenção, que exerceram com responsabilidade e alegria o papel de educadores, mostrando que o conhecimento e o saber não estão apenas nos livros e palestras.
 
Os alunos passaram o dia na escola, com uma responsabilidade que não é pequena: serem partes atuantes da construção de uma escola que acreditamos e sabemos que só será possível assim, com a participação de todos.
 
Parabéns aos alunos que participaram, com tanto empenho e dedicação! Que a nova sala traga novas ideias, propostas e engajamento. Contaremos cada vez mais com vocês. 

 
Betina Dauch
Gestora Educacional

Ensino Médio
“In_corpo_ações”: Trajetória sensível para as releituras corpóreas dos poemas da terra
“In_corpo_ações”: Trajetória sensível para as releituras corpóreas dos poemas da terra #1
“In_corpo_ações”: Trajetória sensível para as releituras corpóreas dos poemas da terra #2
“In_corpo_ações”: Trajetória sensível para as releituras corpóreas dos poemas da terra #3

“In_corpo_ações”: Trajetória sensível para as releituras corpóreas dos poemas da terra

Este projeto buscou ecoar o instigante processo dialógico entre a entrega e a confiança dos estudantes, frente às experiências sensíveis decorrentes da trajetória do grupo do 2˚ ano do Ensino Médio e a abertura para as dimensões simbólicas surgidas das questões agrárias.
 
Partiu-se da convergência entre as mútuas expectativas surgidas: do grupo em relação à minha chegada como educador de Sociologia e também da necessidade da delicada formação de vínculo significativo do junto aos educandos. 
 
Sincronicidades!
 
Das percepções desse movimento, através da leitura dos interesses do grupo, evidenciamos algumas inclinações de aprendizagens que nortearam nosso trajeto pedagógico de pesquisa. Necessitávamos aprofundar as diversas dimensões míticas e simbólicas referentes ao elemento terra, nos diferentes tempos e culturas. Foi um convite à imersão nas tramas da Sociologia agrária, porém valorizando a entrada no âmbito do sensível de tais gestos!
 
Utilizamos, como premissas fundamentais para essa sensibilização, os ritmos e as cadências da musicalidade do campo marcados em poemas e canções de artistas, como: Mercedes Sosa, Violeta Parra, Milton Nascimento, Chico Buarque, João Cabral de Melo Neto, Cora Coralina e Manoel de Barros.
 
Mas tudo isso não bastou! 
 
Havia ainda o nítido desejo de tradução de tais versos e melodias experimentados para o corpo. 
 
Assim, ao pé da letra, buscamos incorporar os significados e os sentidos que tais poemas nos convidavam, como numa narrativa testemunhal de um só tempo, em que corpos eram terra e terra foram corpos.
 
 
André Aly

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Nesta aula, foi utilizado o modelo de Ensino Híbrido (Blended Lerning), Rotação por Estações. Neste tipo de modelo os alunos fazem um rodízio de acordo com uma agenda de tarefas ou por decisão do professor com pelo menos uma delas com atividade online. As outras podem conter: tarefas inscritas por papel, pequenos projetos, tarefa individualizada ou trabalhos em grupo. A troca das estações pode ser feita de forma cronometrada ou avisada pelo professor.
 
Os participantes do curso do FRACTAL foram divididos em 4 grupos. Cada grupo passou por 4 estações, nesta ordem: jogo dos dados, tablets (App Material Dourado), representação do Material Dourado no caderno e jogo de boliche.